Wednesday, July 3, 2013

defeito de-formativo

quando tive de estudar Charles I e a chamada-revolução inglesa foi pela perspectiva da cultura inglesa. na mesma altura meti-me na revolução francesa mas como se tivesse descido da ilha ao continente, só um salto. anos antes tinham sido as freiras a ensinar-me napoleão, o que à partida me parece um empreendimento condenado ao fracasso. depois dos estudos ingleses a minha vida cruzou o trajecto do comunismo de leste e aquela revolução também. tirando a nossa, não gosto de revoluções. não gosto de resolver nada à força, nem com mortes, nem com feridos, nem golpes de estado. todas as formas de violência me transportam ao homem das cavernas e eu não sou nem homem, nem das cavernas.

thoreau, thoreau... "Witness the present Mexican war, the work of comparatively a few individuals using the standing government as their tool; for, in the outset, the people would not have consented to this measure." (...)


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