light gazing, ışığa bakmak

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Tuesday, June 21, 2011

"INDIANS" wanted

"INDIANS" WANTED

              1Real or unreal.
              2Real and/or unreal.
              3They were made up.
              4It didn't matter.

              5                                                 They were what people in Europe believed.
              6                                                 They were what people in Europe wanted:
              7                                                 to believe.
              8                                                 They were what people in Europe wanted.
              9                                                 To believe.




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parte de What Indians de Simon Joseph Ortiz, para ler todo aqui, e que tem tudo a ver com Smoke Signals ("The only thing more pathetic than Indians on TV is Indians watching Indians on TV")


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EVEN "THE INDIANS" BELIEVED

              1Indians were made up?

              2Yeah.

              3They became what people in Europe believed them to be? Indians?

              4Indians.

              5Yeah, Indians.

              6Soon there were Indians all over the place. But mainly in the New World,
              7especially in America! Indians thrived in the New World. That's where they
              8were seen the most. That's where they "belonged." That's where they
              9were the most Indian!

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Sunday, June 19, 2011

Smoke Signals (1998) (3)



estes textos dizem o essencial do que há para dizer, mas é necessário ver. verdade que também vi a 'identidade' como tema presente em quase todas as cenas; o humor é uma característica forte de Alexie, o storytelling vê-se aqui melhor do que na maior parte dos outros textos que li, a deslocação de paradigma (West-New West), a contemporaneidade enquanto se percorrem todos os passos cerimoniais da tradição e, por fim, a dúvida do quanto vi depois de quase seis meses de leituras que abriram portas de contexto para o que antes era desconhecido. muito bom.

Smoke Signals (1998) (2)



também interessante para a história da ideia de fronteira e de definição de 'Oeste'.


não sei o que existe sobre a identidade portuguesa para além de Eduardo Lourenço, gostaria de saber. a ironia constante destes textos é reveladora da identidade deles, de ultrapassar a perda e de comunicar significados apenas claros para alguns, os que estão na posse da mesma informação. não pude deixar de recordar a excelente exposição que vi em Barcelona sobre a formação da identidade - marca 'Espanha'. (assustadora esta ligação hoje natural identidade-marca, de que o turismo e tudo o que o rodeia é apenas um dos sinais).

 
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