light gazing, ışığa bakmak

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Friday, October 14, 2011

s/n












s/n






s/n



nas United Bakeries dentro do centro Peléet, neste caso fora, na esplanada. em Oslo comi o melhor pão que já alguma vez comi na vida.

s/n

Wednesday, October 12, 2011

s/n


Den Norske Opera & Ballett

self

doloroso

é ouvir: and why are we a maritime country?

s/n

em cento e uma pessoas sou a única portuguesa. numa indústria que funciona around the clock, como gosta de se auto-rever, os seus intervenientes são multi-culturais e diversos. quarenta e oito por cento são mulheres. a formação é extensa e exigente, prefere-se quem seja formado em duas áreas distintas mas que se complementem, por exemplo direito e engenharia. confirmo várias ideias que tinha anteriormente, especialmente aquela em que sempre acreditei - o contacto directo com o outro -no sentido oposto ao da palavra estrangeiro- é como beber água fresca.

falar com alguém da Suiça sobre as razões de não terem entrado no euro, alguém de Londres sobre a Madeira, a rapariga de Moscovo que morre de frio em Oslo, quantas horas de dia no Inverno - das onze às três da tarde, pergunto à rapariga chinesa se tem irmãos sem ter tempo para segurar as palavras, e se a empresa estiver em falência, pergunta alguém da Grécia, apropriadamente. a corretora do Kuwait, a única de túnica e com a cabeça coberta, nas Filipinas estão quase mais dez graus do que em Portugal. muitos foram ou querem ir ao Algarve (há karaoke?). o vosso prato nacional vem daqui afinal.

e parece que os bilhetes para os Olímpicos estão esgotados.

basicamente:

brrr

s/n

Tuesday, October 11, 2011

o meu

northernmost point. (Oslo lies on the same latitude as Saint Petersburg, Anchorage in Alaska and Kap Farvel in Greenland.)

s/n


yes-no

s/n

s/n

doze graus

era o maior desejo, mesmo assim dois graus acima do esperado. não quero ir para o sul no Inverno mas raptar saudades, quando possível, a norte. the crisp fall air. embora este imenso espaço seja verde nórdico, muitas das árvores são decíduas e as suas manchas amarelas enchem os passeios. fora da cidade muitas destas árvores são já esqueleto, algumas vermelho vivo ainda. o ar é limpo.


de cima, Portugal está envolto em névoa branca. de cima é possível ver as notícias televisivas (duzentos fogos num dia), de cima vêem-se os pontos de onde crescem longos mantos brancos e como todos se somam e lançam um véu que nos oculta. um país pobre, deprimido, envolto em névoa.

alguns pontos em comum, nestas cidades a norte -Oslo, Copenhaga, Hamburgo - um novo e monumental edifício para a ópera, à beira da água, e uma, ou várias, zonas de desenvolvimento urbanístico que espelham  ideias de vida sustentável, agradável,arquitectura surpreendente de dimensão humana, longe das demarcações americanas. em vez delas, um espaço que é em simultâneo  de lazer, de trabalho e de habitação. o mesmo vi em Mälmo, na zona do turning torso, ali sem a ópera. em Lisboa, substituiu-se o belo canto pelo oceanário, como em Barcelona.



Oslofjorden




tos-and-fros



Monday, June 20, 2011

se tudo correr bem

vou ver isto. (lá para o Outono; pensando bem ando a aproximar-me de uma versão civil e desinteressada do antigo se deus quiser)

 
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