a escrever activamente, diariamente, a todas as horas do dia, mas linhas que não podem ser vistas, nem mostradas. o centro mudou de lugar, os centros estão noutro lado, por enquanto.
dito isto: as mulheres em Hollywood: acho bem e acho mal. perseguição a bruxas nunca me atraiu (ao contrário de um belo galante); presidência para estrelas da tv não faz muito a minha alegria; partido da oposição: que pobreza, deserto de ideias (Istanbul, que saudade); Presidente - abraços e beijos nunca são demais, tantas vezes são é de menos e por aí fora. mas desde que me enganei com o nosso querido líder, com o Carrilho e tive dúvidas com o presidente do eurogrupo, quero deixar as opiniões políticas de fora. o difícil é conseguir. de resto, sugiro e aconselho o livro Sombras do Louçã. está excelente.
a minha bancada não tem fissuras, o meu jogo não pode parar.
light gazing, ışığa bakmak
Tuesday, January 16, 2018
notas para um futuro
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Ana V.
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Monday, January 1, 2018
good bye 17 and hello 18
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Tuesday, August 22, 2017
Wednesday, August 2, 2017
sobre a escrita simples
para ti, sim.
a escrita simples é inequívoca e evita toda a ficção desde os gregos ou talvez antes, antes das letras e dos traços como os vi no dia em que passei por Arnavütkoy e em que havia um casamento a aguardar o barco no cais ornado. mas nenhuma escrita evita a ficção nem sequer as figuras que correm nas pedras ancestrais. as palavras simples e sem dois sentidos riem e olham directamente nos olhos sabendo que ocultam uma cabeça de Medusa por detrás das costas. e a Medusa ri também, sabendo que lá está sem que a vejam, apenas a sintam com um estremeço de pálpebras. tudo é directo ou literal e as palavras alinham-se literalmente numa estrada sem desvios, mas sabemos tão bem que não há estrada e nem sequer restam desvios porque caminhamos sempre por terra batida, descalços e sem norte que não seja a própria memória.
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Sunday, July 16, 2017
sunday's ashes
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Saturday, April 22, 2017
ser ou não ser
"Aprendi três coisas em Zurique durante a guerra. Até tomei nota. A primeira é que ou somos revolucionários ou não somos, e que se não somos mais vale sermos artistas. A segunda é que se não somos artistas, mais vale sermos revolucionários. Esqueci-me da terceira." Pedro Mexia a citar Travesties de Tom Stoppard no Expresso de hoje.
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Mary Burns (O Jovem Marx, de Raoul Peck)
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Friday, April 21, 2017
Thursday, April 20, 2017
Hobbes
dreamers and dissenters. que bom o site da British Library sobre este tema, simples mas com o cânone todo. bem sei que tenho repudiado o mainstream entretanto, mas para apanhar atalhos é preciso saber onde está a autoestrada.
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Ana V.
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