Gonçalo M. Tavares. gostei.
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questão: tem-se alguma coisa a dizer? alguma coisa cuja propriedade se detenha. ou copia-se. e dentro daquilo que se detém, e passando ao largo das influências, existe alguma qualidade, algum carácter? o meio não é muito importante.
o outro lado, o que não entra nesta tabuada: os olhos do colega ao ser examinado. depois da maturidade, não se faz senão tentar justificar-se o que se acabou por ser. entre a predisposição e a contingência, não creio que reste muita liberdade mas, a que resta, é por demais preciosa. e é aqui que nos tornamos o erro.
isto não tinha nada a ver com Gonçalo M. Tavares, mas é sempre agradável ouvir quem pensa.
light gazing, ışığa bakmak
Sunday, December 11, 2011
a ouvir
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Ana V.
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Friday, July 15, 2011
público e privado
a Grécia pública, criação da comunicação social e uma privada no Efeito Gorskii. para além do enorme gap estético, faz bem esticar conceitos de realidade. o senhor Klum considera o privado intransmissível; nesta altura, em que partes desse privado se publicam, milhões de partes por segundo, uma explosão de intimidades. (incluindo as mudas, as que seriam classificadas terceira pessoa, como as de José).
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Ana V.
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8:15 AM
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Wednesday, July 13, 2011
a piada em
Klaus Klump é que há partes que realmente quero contestar.
assim de rasante, pois ainda estou no início, as possíveis semelhanças entre Tavares e Rui Manuel Amaral acabam no uso de nomes que nos atiram para o outro lado, para um sítio longe da nossa aldeia. de resto são mesmo opostos.
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Ana V.
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11:54 AM
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Monday, July 11, 2011
s/n
ainda a pensar no "registo romance"-- e a achar que deveria pôr alguma ordem nas leituras. chegou Autobiography and Postmodernism ("I am truly becoming a specter"). Gonçalo Tavares e Rui Manuel Amaral no lado oposto do egocentrismo.
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Ana V.
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12:42 PM
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Friday, July 8, 2011
de um gole (memória)
vi parte de Há Festa na Aldeia, todo o Astérix contra César (animação) e li metade de Um homem: Klaus Klump, de Gonçalo M. Tavares. quase férias. desmontei e remontei prateleiras de filmes. as personagens são tão maiores do que eu, sentada no chão a rever filmes vividos nas mais diversas circunstâncias.
"No século XXI recebemos como herança de séculos anteriores uma espécie de taxonomia do mundo. O espaço terrestre está todo esquadrinhado, analisado e dividido. Neste momento já ninguém parte à descoberta. O que faz com que o herói no século XXI seja quase um burocrata, alguém que planeou a sua acção. ", diz ele.
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Ana V.
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1:32 AM
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