light gazing, ışığa bakmak

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Monday, September 14, 2015

milhares e milhões de vermelho e roxo

comprei uma planta com este nome.

dá flor com mais escuro, sem olhar a estações. não pode apanhar frio e não gosta de água nas folhas. por vezes tem rebentos nas próprias folhas carnudas. (thanks dave)

Thursday, February 6, 2014

/oh\


Friday, November 8, 2013

manhã

lúcia-lima

Thursday, June 6, 2013

Wednesday, May 2, 2012

Chorisias speciosas

algumas árvores em Cascais, estão agora com flores. silk floss. tree.
no próximo Domingo, o da mãe, é suposto estar sol. talvez seja possível ir espreitar estas árvores à baixa. quando as mostrei, pela janela do carro, os dois com a boca em O: ooohhh.

Saturday, February 4, 2012

s/n

Rhapis excelsa.

Tuesday, February 15, 2011

já existe

a checklist da flora de Portugal.

Saturday, January 2, 2010

branco

se dizes branco gela-me a boca e estala quase o esmalte, gelo a tiritar contra os dentes. quando era novo e caminhava de costas quase hirtas via-o longe na sua farda marítima, magro e empunhando binóculos contra um fundo de icebergs como no filme, mas este sem a melodia das cordas e o metal dos sopros, só vento e o ruído amuado da água quando vira as costas. ou flores. as de hoje em branco, por nascer, três vasos que ficaram lá fora junto ao cansaço, no jardim que queria ser espuma e afogar-se.


enquanto isto, lá se corre pela linha negra da estrada que atravessa a planície, perdão, planalto diz o meu pai, branca. livrinho por colorir. ali: coisas caseiras e só, de tudo foi melhor o caramelo inicial, pela cor de ouro e por se espalhar em papel vegetal, onda de açúcar. se derretesse a neve em caramelo. e acoli: restauradores para condizer com o tom.

tratar de poinsettias [pulcherrima] e mexicana. crescem alto e tornam-se pequenas árvores que florescem em datas festivas. a minha luta com o inverno. morre de frio a menos de 10º. mantida no escuro de noites longas para florir. amanhã regressa a casa, lá por serem palavras não quer dizer que não sejam coisas também.

reparei que ouço e ouço e por vezes acredito naquela história particular e afinal quando lá cheguei o fim estava no início e o meio misturava-se em tudo, os velhos eram novos e tinha-se perdido a conclusão moral. depois passei a ter uma outra expressão. se há quem dê por ela.

Thursday, October 1, 2009

how to grow quince from seed

"Bear in mind that if your quince fruit is from a hybrid plant, the seed will germinate into a plant that probably will not bear much resemblance to the parent plant and the fruit will not be like the one you have now.

It is fun though, to try this. Plant the seed about an inch deep in a medium sized pot with a good potting soil that is moist but not soggy. Place the pot inside a large plastic baggie and seal it. Place the pot in the fridge for 90 days. AFter 90 days, remove the pot to a warm room. Germination should take place in a month or two sometimes longer. Sometimes, it will require two cold periods to break the dormancy of the seed. Another method is to place the pot outdoors over the winter provide you have a winter of extend periods where the temperature falls below 40 degrees. Germination will occur in the spring. You'll have to keep the pot watered during the winter too."
que tirei daqui. e outra ideia para os tais quince.


pic from here. são marmelos, senhora. interessante receita francesa do século 18.

Tuesday, July 28, 2009

tenebrosa à espera de lente própria


Alocasia Amazonica

Tuesday, April 7, 2009

i'll be darned

how to propagate roses. e porque não alfazema.

Friday, February 13, 2009

um dia laranja





ao desafio do blue, escolhi as duas foto-laranja acima embora a primeira fosse claramente a minha escolha. (Luiz Vasconcelos, Brazil, Jornal A Crítica/Zuma Press. Woman tries to stop forced eviction of her people, Manaus, Brazil, 10 March; Gleb Garanich, Ukraine, Reuters.Georgian man mourns his brother after bombardment, Gori, Georgia, 9 August). os esquecidos, calcanhares do herói que são eles próprios. onde vai já na memória a guerra da Georgia.

por aqui, ao sol, longinquamente bocejando neste abrigo ocidental, é tempo de semear cenouras, coentros, hortelã. beber sumo de laranja, pôr as mãos em coisas verdes.

Saturday, October 4, 2008

espuma



dizem que é dos dias, que vai depois das ondas. enquanto me tento entender com a minha infinita falta de jeito, entre um café e outro a tratá-las como se fosse meninas no primeiro dia de escola. sedum sexangulare, planta rochosa de sol e penumbra, floração entre junho e junho, cresce até aos 5 cm.  sedum album "murale", outra rochosa de rochosa mas de sol, floração entre maio e novembro, 10 cm. arroz de ervilhas. seria se eu fosse uma pessoa normalíssima, mas não sou e ficou arroz selvagem com cenoura, mangericão, e umas pintas de linguiça. a acompanhar excelente branco late harvest, quinta da alorna, ribatejo, adoçicado como convém ao outono. 



Saturday, September 20, 2008

gerânios


rodeada de coisas. um copo velho de plástico com marcas, uma balança, um suporte de madeira, um cinzeiro st Raphaël apéritif de France. uma trela. e de não coisas. pensando nos gerânios. alfazema, um euro e meio; loureiro, dois. That geranium glow Over Anaheim's. e mais linhas.

. . .


The Geranium
by Theodore Roethke

When I put her out, once, by the garbage pail,
She looked so limp and bedraggled,
So foolish and trusting, like a sick poodle,
Or a wizened aster in late September,
I brought her back in again
For a new routine—
Vitamins, water, and whatever
Sustenance seemed sensible
At the time: she’d lived
So long on gin, bobbie pins, half-smoked cigars, dead beer,
Her shriveled petals falling
On the faded carpet, the stale
Steak grease stuck to her fuzzy leaves.
(Dried-out, she creaked like a tulip.)

The things she endured!—
The dumb dames shrieking half the night
Or the two of us, alone, both seedy,
Me breathing booze at her,
She leaning out of her pot toward the window.

Near the end, she seemed almost to hear me—
And that was scary—
So when that snuffling cretin of a maid
Threw her, pot and all, into the trash-can,
I said nothing.

But I sacked the presumptuous hag the next week,
I was that lonely.

Sunday, June 1, 2008

ora vamos lá ver (aos meus amigos)



Áster da China ou Callistephus chinensis, a próxima vítima dos meus dedos que matam todo o verde em que tocam. mas não desisto... vantagem inegável: resistente a veados. semear directamente em Abril e Maio, já me atrasei um dia. em canteiros solarengos, check. não regar muito: o ideal pois é assim que me morrem todas. mudar de canteiro todos os anos, umas aventureiras.

Monday, January 21, 2008

mystic garden: basílico



Gravilha no fundo do vaso, composto vegetal normalíssimo, húmido, várias sementes por vaso com meio centímetro de terra em cima, pressionar. O vaso tem de apanhar umas 3 ou 4 horas de sol por dia, sem ser demaisado quente. Regar uma vez por semana na base da planta e não as folhas, o vaso deve escoar bem a água. Fertilizar uma vez por mês. É possível semear todo o ano, a planta deverá durar cerca de 3 ou 4 meses. Para manter: ir retirando todas as flores. Para usar, retirar folhas de várias plantas, e não só de uma, usar as folhas de cima e não da base. Para secar: cortar pela base do caule e pendurar ao contrário num local quente e seco durante uma semana. Guardar em saco hermético, dura até um ano. Tudo para dentro de casa, que na rua é diferente.

Isto podia ter sido uma resolução de fim-de-ano, mas na altura esqueci-me. Nunca na vida me dei bem com o mundo vegetal: toco-lhes e murcham logo. Não lhes deito água ou ensopo-as, não lhes falo (falo sozinha), ponho sementes ou o que seja na altura oposta do ano e luz ou sol ou a mais ou a menos. Só os cactos me sobrevivem e a custo. Mas que gostava mesmo muito de ter basílico na minha cozinha, ah isso gostava.

O melhor jardim do mundo, o da Júlia.

Trabalhando a ouvir Barcelona Jazz Radio.

 
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