e a review no Scotsman:
"THE strangest thing about the new novel by Orhan Pamuk, who won the Nobel Prize for Literature in 2006, is how strange it isn’t. Readers who have read The White Castle, The Black Book or My Name Is Red might be expecting a postmodern puzzle-box, a book which makes the familiar unsettling and approaches complex issues askew. But his more recent works – notably The Museum Of Innocence – have shown a different side to Pamuk. That A Strangeness In My Mind is actually a rather sentimental, bitter-sweet romance should not deter readers, however, as Pamuk, being a genius, does wistful longing and lump in the throat moments with his customary brilliance."
ou Ivan Denisovich.
light gazing, ışığa bakmak
Monday, October 12, 2015
Mevlut, The Good Soldier Švejk
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Ana V.
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8:56 PM
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Saturday, August 8, 2015
porque é que um dia na vida de Ivan Denisovich é um livro admirável
em primeiro lugar porque mostra claramente que o comunismo prático foi uma das piores coisas inventadas na história da humanidade (começo a pensar se não se junta nisto a todos os sistemas humanos); por esse artifício literário perfeito que serve para mostrar que este dia é igual a milhares de outros (negação de plot, negação de vida); e porque para isto serviu sempre a literatura, apesar de eu não adorar o realismo duro, mostrar, testemunhar, estar lá onde mais nada entra, ser memória e dar vida a mortos, erigir mundos com nada mais que palavras ou iluminar os que estavam na escuridão. ou uma espécie de redenção da realidade.
Publicado por
Ana V.
às
11:04 AM
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