light gazing, ışığa bakmak

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Sunday, February 14, 2016

campeões


o que é pertencer a uma equipa e o que é o jogo e ainda o que isto é na formação do jovem adulto: é muito forte. o desporto colectivo está no coração do que é ser humano. (no que pensas quando estás ali [no momento do penalty dizia o Handke], em nada, não vejo nada, penso em marcar).

Wednesday, February 3, 2016

ışık / karanlık

"In the light we read the inventions of others in the darkness we invent our own stories.", Alberto Manguel and other light/darkness quotes.

Saturday, January 9, 2016

será chuva será gente

wouldn't mind putting it all in a big square acrylic canvas or paper of sorts, santa and all.

Wednesday, October 7, 2015

Pamuk ( “the attempt of light to become visible.”)

talks to the Guardian.

para além das milhentas coisas que gostei de ouvir, foi bom ouvir pelo menos duas pessoas tão maníacas como eu, um homem e uma mulher. e que me tinha falhado a cor verde na caneta do Black Book, ah... definitivamente para ver. the sufi meanings of color. lindo.

a googlar:
Color, na enciclopédia irânica. bom, só o facto de existir esta enciclopédia... é o equivalente a um baba na Garrett.

Sufi Metaphysics of Light and Color.

The Light & Colors of Sufism.


a luz e as trevas, neste último (muito para ler):
In Corbin’s world of metaphor we enter into the light of angels; we enter into another kind of Darkness called by the mystics the “Night of light,” the “luminous Blackness” or the “black light.”  This other-worldly light is the light of the soul, the light of consciousness rising over the Darkness of the subconscious in which the divine Cloud of Unknowing gives birth to an interior burst of initiatic light -- the light of the “Midnight sun.”

e bem presente na citação Pamukiana no canto superior direito d'amesadeluz, a contrastar com a citação e Conrad um pouco mais abaixo.

quando falava com o jm no outro dia, comentávamos que nos últimos quatro anos houve uma transformação de ponto de vista de certo modo radical que, apesar da "crise" ter ficado para trás, o ponto de vista ficou. uma certa inocência se perdeu, sem volta. tudo é agora visto sob o manto pouco diáfano do aspecto económico. os adolescentes escolhem o seu futuro em catálogo: tantos anos de estudo, custo tal, mestrado, custo tal, trabalho salário tal e etc. mas tudo o resto: despesa e ganho. e o: vou fazer isto porque adoro isto, não posso viver sem fazer isto? a relação com as notas anteriores: a fé e a não fé, ou dizendo de modo menos comprometido com a religião: ter esperança ou não esperar nada.



Monday, July 6, 2015

não sei se conta como east

já que é sul, mas conta como uma direcção a tomar, uma compreensão (que não é de outro mundo, mas deste. dou-me mal com outros mundos.) passatempo por que anseio: continuar a língua turca e começar uma série de desenhos de motivos geométricos islâmicos. será possível des-geometrizá-los, decerto, introduzir o erro na perfeição das linhas, toldar a clareza da visão final, eis o que desejo.




estes são marroquinos, poderiam estar em todo o nosso arabesco e decoração orientalista exótica dos séculos do romantismo. prefiro os da ásia menor, os persas, mas quem sabe é necessário ir tão longe para regressar do azul para as cores da terra, verdes e castanhos ocres, as cores do norte de áfrica que olha para nós.


from here, Marrakesh.

Iran, from here, a mesquita azul de Isfahan.

(...)
Thy mouth the fountain where Life's waters flow, 
A dimpled well of tears is set below,  (...)

from here.

Thursday, July 24, 2014

you're such an idiot!

Istanbul is blue, I saw that... o que não vi foi a origem da palavra turquoise - turk...
the utter beauty of words.

Wednesday, June 4, 2014

covet

"We begin by coveting what we see every day. Don't you feel eyes moving over your body, Clarice? And don't your eyes seek out the things you want?" blockbusters que nunca me saíram da memória. este, o fotógrafo e insónia. que pouco cinema tive este ano, que tragédia o fecho do king. a abertura do seu substituto no chiado tarda, talvez suceda apenas por altura do festival.

meanwhile: how cool is this?

tudo na minha ongoing teoria da imagem (que começou por alturas de Crane, continuou pela representação índia, depois pela ekphrasis e a explosão do pinterest e dos pincéis nas minhas próprias mãos).

por enquanto: my kid reads a two hundred page book roughly every week, he still spends way too much time playing computer and other screen games, hours that is, and is a federated athlete. man.

em reconciliação com torga depois de ter estado duas vezes em Loriga, culpa do amigo joão. é preciso entender: o primeiro parágrafo do primeiro de contos da montanha parece-se ele próprio com uma rocha (a boulder). a forma é perfeita e compacta. tanto meaning/significado condensado em tão poucas palavras.

ultimamente ensinando quem não sabe ler - de todo - para quem as palavras não são algo de respeito, unidades vivas, tão vivas como uma planta, mais antigas até porque nasceram em determinado ponto e quem sabe quando morrem.  ensinando unidades de significado, como uma frase é uma unidade de sentido, de música. dizes esta frase e entras em silêncio a olhar para ela e a entender o que te diz. (é preciso entender)

assim fugi da imagem, como é costume.

Tuesday, March 18, 2014

s/n

paintbrush jar

Wednesday, January 29, 2014

instant love, naomi okubo





(missing my brushes)

Saturday, November 16, 2013

pattern in islamic art

um recurso.


depois de ver fractais, pois.

pelo mapa.

Sunday, October 6, 2013

Alice por Dali

 capa.
' Down the Rabbit Hole'
 'The Pool of Tears'
 'A Caucus Race and a Long Tale'
 'The Rabbit send in a Little Bill'
 'Advice from a Caterpillar'
 'Pig and Pepper'
 'Mad Tea Party'
 'The Queen's Croquet Ground'
 'The Mock Turtle's Story'
 'The Lobster's Quadrille'
 'Who Stole the Tarts?'
'Alice's Evidence'
daqui.

Sunday, September 29, 2013

'o que é que viste nele?' (east/west) 'Like Someone in Love')

(aquela última pedra acerta em cheio no espectador, que sai atordoado do escuro da sala de cinema)



se me perguntassem de que filme gosto ou qual é o filme que eu mais gostaria de ver ou o que é um filme, o que é o cinema que quero ver ou o que deve ser o filme que gostarias de ver quando sais ao domingo para ir ao cinema, Like Someone in Love é esse filme.

há tantos fios em que posso pegar para os ligar a outros que me encontro numa tarefa monumental: seguir todas as pistas que ouço, vejo ou penso durante Like Someone in Love. se os tags/etiquestas sob que coloco os pensamentos fossem temas e não assuntos mais concretos como autores ou viagens, este pensamento teria um inventário de etiquetas. posso começar pelo nome e por 'o que viste nele?' não sei se o meu pessimismo é só meu ou se é do realizador também, uma das dúvidas que não terão resposta. o amor desencontrado (o amor como acaso, encontros ocasionais e a imagem que Shirin vê na floresta, a pessoa que ela crê ver na imagem mas não a pessoa, realidade fugidia): o de Akiko pelo mecânico; o da vizinha por Watanabe, o do professor pela mulher, acasos, e a consequência do 'amor' de Noriaki (como no filme A Separação) em que a ideia de 'protecção', normal naquele lado do mundo como entendi este verão, rapidamente se transforma em posse, controlo, violência.

uma história que cresce em torno da ideia de violência (Žižek, para ler): esta uma das linhas de pensamento presentes na história contemporânea, não é possível evitá-lo: a sociedade violenta e destruidora, todos os antigos laços ou estruturas se desmoronam na nova cidade; a guerra surda que se trata entre ocidente e médio oriente, a censura, a violência política. os dois velhos, a avó e o professor (sociólogo cujo último livro é sobre a violência), os dois novos: a rapariga e o rapaz que talvez exemplifique as teorias do velho professor.



não posso evitar colocar as minhas próprias dúvidas: entre o passado e o futuro, a avó e o professor, a rapariga e o seu namorado, não sei se vejo uma saudade de uma cidade mais próxima de valores morais que deixaram de existir. era até capaz de associar esse desejo às cores que encontro na história. as cores berrantes e artificiais da cidade, as cores da noite, das marcas, as cores do dinheiro ocidental, os néons, a foto da rapariga com cores berrantes, o vermelho do baton, o cabelo barulhento da outra rapariga no bar; e as cores suaves do passado moral: o fato da avó no meio da praça (ela própria um monumento, uma estátua na multidão), o interior da casa do professor, as cores da rapariga quando chora, as cores do quadro - suaves, surdas, sem violência. colors.




o quadro é uma brincadeira séria: no título a rapariga ensina o papagaio a falar, no pensamento de Akiko ('foi sempre assim que eu o vi'), o papagaio ensina a rapariga a falar.



a rapariga é, como foi, como será um papagaio que fala aquilo que a deixam dizer, que diz frases dos outros ou que, por outro lado, é uma vítima do sistema. Kiarostami não condena apenas o sistema do seu país, ele condena também o sistema capitalista, o que se vê bem nesta rapariga papagaio, desprotegida, que serve de mercadoria. [“And let me have the last word,” the Iranian filmmaker said as a publicist gestured to remind him that it was time to prepare for his keynote speech in the master class. “An Iranian-American psychiatrist interviewed Iranian women and published a book about her experiences with the Iranian women, and sent a copy of the book to a publisher in the U.S. And the publisher refused to publish it, saying 'this isn't the kind of book I can publish' -- the reason being it wouldn't sell enough."
Kiarostami added: “The publisher said I want to publish a book that will show the plight of Iranian women, not the positive things about them. Unfortunately, this is the truth: It’s as if all of our suffering at the moment is not quite enough.", daqui]

claro que este ponto de vista (navegar perigosamente em águas dúbias, entre dois continentes, duas culturas, dois sistemas de valores) é aquele que divide ocidente e oriente. como nestas águas dúbias navegou Mishima, na mesma reacção de oposição se colocou Tanizaki. quando Pamuk diz que o mundo não-ocidental vive a angústia do desejo e do repúdio, a relação de amor e ódio pelo ocidente - um mundo inteiro insatisfeito, aqui está Kiarostami também. a pintura do Papagaio está nesse momento, entre duas forças. (Tanizaki diz: e se tivéssemos sido nós a inventar tudo aquilo? Pamuk diz: e se tivéssemos sido nós a criar a perspectiva? e se o oriente tivesse inventado primeiro a caneta e não o ocidente, se pudesse o oriente ter liderado em vez de ter sido forçado a usar um instrumento feito para o alfabeto e não para o desenho de caracteres?) uma ansiedade latente, o mundo em mudança como se o seu eixo estivesse mesmo a deslizar para o outro lado, como o Norte em fuga. podemos abrir os olhos e ver? o que vemos quando olhamos pela janela daquele taxi na noite?

Kiarostami e Pamuk têm tanto em comum (para além de estarem na minha mesa de atenção) e no entanto não se tocam, não sei porquê. a diferença mais óbvia é a incapacidade de Pamuk de entender, desenhar ou sequer ver uma mulher. Kiarostami o contrário: desenha-as de 'carne e osso', tira-as do ecrã como as espectadoras do filme Shirin (a realidade, realismo, carne e osso, imagem da imagem). mas ambos são mestres-manipuladores, criadores de um mundo completo sobre si mesmo, manipuladores de personagens completas, negras, felizes com quem associamos a empatia humana, que podíamos abraçar, nas quais nos vemos ou que conhecemos estejam elas no Irão, na Turquia ou no Japão; manipuladores de terceiros, os anónimos nós que deste lado nos deixamos conduzir pelas suas ciladas.

ambos ultrapassam a sua arte: Kiarostami desenha e fotografa, Pamuk entorna-se para o campo das artes visuais, para as artes da memória. (comparo Life Goes On à descrição do grande terramoto de Istanbul em que ambos os autores se embrenham como testemunhas nos acontecimentos).

se a ausência (prensença) em Pamuk é visual - o lenço vermelho, o lenço de Sibel que esvoaça da janela para a rua; a ausência de Kiarostami é avassaladora: as vozes e os sons de outros que não passam de outros, presentes mas ausentes da atenção emocional do olhar - todas as vezes que se fala ao telefone, todas as pessoas que falam mas que nós não vemos, tudo o que se passa fora do rectângulo do ecrã, aí está a arte da manipulação mas também da sedução. seguimos as ausências plenos de desejo que não será satisfeito, nunca saberemos o que se passou na realidade, estamos condenados à dúvida. o que se passa depois do final? o que se passou durante a noite? [queremos acreditar nas belas adormecidas de Tanizaki, como queremos acreditar na bondade do velho professor, ou na possibilidade de bondade, ou em sonhos, em contos morais].

por tudo e por mais alguma coisa, os sons deste filme vão perseguir-nos a nós, a mim, como as suas palavras, as suas ideias sombrias e as suas cores.



"Lately, I find myself gazing at stars
Hearing guitars like someone in love
Sometimes the things I do astound me
Mostly whenever you're around me
Lately I seem to walk as though I had wings
Bump into things like someone in love
Each time I look at you
I'm limp as a glove
And feeling like someone in love"



In an interview with Gulf Times yesterday, Kiarostami said that “people [in Iran] are all turning to art as a shelter; as a weapon for survival. This is the only choice that they have in order to be able to undergo and overcome the social and political pressures.”
He said that if one looked at the history of Iran, one would observe that whenever there had been political repression, art production gained strength and quality. “This is what you can see in Iran today also. These days everybody takes calligraphic and painting classes.”
In his opinion, there was no doubt that Iranian cinema was flourishing. He said there was very little part of it which was seen by the world abroad. “There is this big unknown part of it which is made outside of the great cities, out of small budget, sometimes using just only mobile phone cameras. We are witness of a growth of creativity and development of Iranian cinema.”  daqui.

e amanhã- posso ver tudo de modo diferente.

e... onde já vimos isto, Nagisa?


(ah!)
(swear to 'god', i'm so happy with the muslification of my point of view)

um aparte: sobre o filme aqui em Spectres du cinéma.

Wednesday, September 18, 2013

Joana Castelo

na landscape stories, esta edição dedicada ao vietnam. such beautiful turquoise.

laranja amarga

(as duas mulheres encontram-se)

"- Causei-lhe muitas preocupações, naquela circunstância infeliz...
Kazu viu nestas palavras um ressentimento profundo. Achavam-se diante de uma prateleira de laranjas Sunkist. Enquanto falava, a senhora Tamaki desdobrava uma a uma as folhas de papel avermelhado que envolviam os frutos e que traziam delicadas inscrições em inglês, e depois examinava a casca das laranjas que queria comprar."
Mishima em Depois do Banquete.
Mishima é mestre de muita coisa quando escreve, uma dessas coisas é a cor (também a luz) e a ligação do mundo natural ou dos objectos ao sentimento ou emoção dos personagens, incluindo ele próprio (uma árvore nunca é só uma árvore). a acidez do ressentimento entre mulheres, como o seu próprio ressentimento pelos produtos estrangeiros.

(east-west)

Thursday, August 1, 2013

colors

fragrant salt for grilled fish.

This spicy fragrant salt-mix will add a touch of Byzantine breeze to any of your dishes, and surely more so on your grilled fish. I get my spices from Ucuzcular Baharat No:51 at the Spice Bazaar. Ask the owners - sister and brother Bilge and Ahmet - about the pink peppercorns and dried rose buds, they also stock artificial musk (the real one is non-existent worldwide) and good quality Iranian saffron.

Put a handful of each dried roses and pink peppercorns into a blender together with a 2-3 cm stick of cinnamon, 2-3 pieces of mace, and a few cloves. Blend roughly, taking care that the mixture remains grainy rather than powdery. Mix with 2 cups of sea-salt. Put the spiced salt in clean mussel shells for a purple Byzantine touch on your table.

- -
daqui, the color purple, Byzantium flavors.

e oh dio, a salganhada starbucks e a perda.

Thursday, July 4, 2013

'Words, Pictures, Objects'

I can't event start to express the pleasure I got out of reading the chapter 'Words, Pictures, Objects'. e não sei se o podia ter lido em qualquer outro ponto da vida, o que torna a leitura um pouco incómoda: quem sou eu, aqui, (ou, quem somos nós, aqui, pois eu é sempre nós, um eu sem significado) neste momento, depois de ver e ouvir e saber tudo isto, depois de Morsi ter caído com novo golpe de estado, depois de um arrufo de quatro milhões, depois de ter vivido sob t.s. eliot muito tempo, depois de sebald, depois da obra quase completa deste autor, depois de muitas outras conclusões que não são para aqui chamadas, depois de ashbery e do escudo de aquiles, depois do incrivelmente poético black elk speaks, depois da p.i. ter ido embora, depois de brit bass, depois do prado, depois dos sons da praia de eastbourne, depois de morrer saramago, depois de alexandra, depois de afonso cruz, etc.

para o mal dos direitos da cópia, terei de o trazer para aqui. este final que sei que não o é, mas o iniciar de outra coisa, ou um desvio grande.

esta é a cara de Anna Karenina que foi pintada dez anos depois da publicação do livro.


Friday, June 7, 2013

drawing:

resources.

Thursday, May 23, 2013

color

“The beauty and mystery of this world only emerges through affection, attention, interest and compassion . . . open your eyes wide and actually see this world by attending to its colors, details and irony.” a good quote everyone likes to quote. Pamuk em My Name is Red.

Friday, May 10, 2013

blindness (meaning of red)


'What is the meaning of red?' the blind miniaturist who'd drawn the horse from memory asked again.
'The meaning of colour is that it is there before us and we see it,' said the other. 'Red cannot be explained to he who cannot see.'
'To deny God's existence, victims of Satan maintain that God is not visible to us,' said the blind miniaturist who'd rendered the horse.
'Yet, He appears to those who can see,' said the other master. 'It is for this reason that the Koran states that the blind and the seeing are not equal.'

Pamuk em My Name is Red.






não sei exactamente qual a cronologia das situações, mas creio que não há outra cor que tanto simbolize "turkishness" como o vermelho. Pamuk, o autor (whose name is red?) foi precisamente acusado de deficiência de turkishness, o argumento preferido na condenação de escritores.

como bem sabemos com Saramago, se não com Tirésias (cegos somos todos), ver e olhar são coisas diferentes. ver é atribuir significado.

há cegos que não olham mas podem ver. há cegos que não vêem e que até em Saramago poderiam ser chamados infiéis, no sentido de -os que não vêem a verdade, aqueles que apenas alcançam a superfície. (com olhos de ver, o essencial é invisível aos olhos e etc etc). a humanidade na sua fantasiosa existência.




 
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