“This is Anatolia; no mystery has remained hidden under this earth for long!”
Buket Uzuner, Earth (Toprak)
light gazing, ışığa bakmak
“This is Anatolia; no mystery has remained hidden under this earth for long!”
Buket Uzuner, Earth (Toprak)
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Ana V.
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"This is Wild River Expeditions out of Bluff. Pros. (...) Take great pride in cleaning after themselves. The drill now is they urinate right beside the river, so it dillutes fast. Everything else they carry out. Portable toilets. Build their camp fires in fireboxes so you don't get all that carbon in the sand. Even carry out the ashes. in The Thief of Time. Hillerman has carried me before and is still carrying me now. such an author. The Beauty Way.
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TAGS Biblioteca de Babel, native american literature, Stuff, Tony Hillerman
"Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada, sem o teu
peito liso e claro como um dia de vento, e começo a erguer a madrugada
apenas com as duas mãos que me deixaste, hesitante nos gestos, porque
os meus olhos partiram nos teus.
E é assim que a noite chega, e dentro dela te procuro, encostado ao teu
nome, pelas ruas álgidas onde tu não passas, com a solidão aberta nos
dedos como um cravo.
Meu amor, amor de uma breve madrugada de bandeiras, arranco a tua
boca da minha e desfolho-a lentamente, até que outra boca e sempre a
tua boca! comece de novo a nascer na minha boca.
Que posso eu fazer senão escutar o coração inseguro dos pássaros,
encostar a minha face ao rosto lunar dos bêbados e perguntar o que
aconteceu... "
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nine books and one of them is Cevdet Bey, the one I refused to read for being a first work, consequently when the voice is not yet fully developed. but I recognize it, it's all there already.
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depois de meses fora de mim ou fora de contexto, li Enamoramentos de Javier Marías de rajada. trezentas e tal páginas em dois dias, e julgo que fiquei viciada, um pouco como aqui há alguns anos me sucedeu com Vila-Matas. mas se Vila-Matas é um elegante 'discursador', Marías é complexo, enredado, sofisticado (ah!). as citações não são listas de erudição, mas todo o livro se baseia nelas, não como citações, mas como pedaços que exemplificam sentimentos humanos universais, exemplificam e condensam, como se aquela frase fosse 'a frase', aquela que melhor faz viver aquele sentimento ou impressão, a mãe de todas as frases e a última, a melhor. como tal, a história roda em torno de meia dúzia de ideias que se encaixam e se largam como um jogo de tabuleiro.
o fio da narração tem vários planos ou motivações que se sobrepõem: a história do tipo policial (e verdade seja dita, a mentira é uma actividade muito interessante e digna de estudo ou análise), o jogo de ideias/citações; e o discorrer sobre as várias formas de amor e de enamoramento, o nome do livro. amor e morte, desde Freud será impossível separar este par de amantes.
e mais irei dizendo um pouco à frente.
à frente:
"Mas às vezes basta que alguém, em exclusivo e com todas as suas forças, se esforce por ser um pouco determinado ou por alcançar uma meta para que acabe por sê-lo ou por alcançá-la, apesar de não ter nascido para isso ou de Deus não o ter chamado por esse caminho, com antigamente se dizia, e onde mais isso salta à vista é nas conquistas e nos confrontos: há quem está em má posição na sua inimizade ou no seu ódio a outrem, quem carece de poder e de meios para o eliminar e ao lado dele se assemelha a uma lebre que tenta atacar um leão, e apesar disso esse alguém sairá vitorioso à força de tenacidade e falta de escrúpulos e estratagemas e fúria e concentração, por virtude de não ter outro objectivo na vida além de prejudicar o seu inimigo, exauri-lo e miná-lo e depois acabar com ele, ai de quem arranja um inimigo com estas características por muito débil e necessitado que pareça ser; se uma pessoa não tem vontade nem tempo para lhe dedicar a mesma paixão e responder com a mesma intensidade acabará por sucumbir diante dele, porque não é possível combater distraído numa guerra, seja ela declarada ou soterrada ou oculta, nem menosprezar o adversário desajeitado, ainda que o julguemos inócuo e sem capacidade para nos prejudicar, nem sequer para nos arranhar: na realidade qualquer um nos pode aniquilar, do mesmo modo que qualquer um nos pode conquistar, e essa é a nossa fragilidade essencial. Se alguém decidir destruir-nos é muito difícil evitar essa destruição, a não ser que abandonemos tudo o resto e nos centremos apenas nessa luta. Mas o primeiro requisito é saber que essa luta existe, e nem sempre o sabemos, as que oferecem maior garantia de êxito são as dissimuladas e as silenciosas e as traiçoeiras, como as guerras não declaradas ou aquelas em que o atacante é invisível ou está disfarçado de aliado ou de neutral" (...)
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14 anos depois do primeiro blog, julgo eu, o bloggingburt entretanto assassinado por mim e pelo blogcity em simultâneo, depois da meiadeleite, esse sim de suicídio súbito. e porque os 51 são os novos 30, Nel mezzo del cammin di nostra vita mi ritrovai per una selva oscura, ché la diritta via era smarrita. - mas este não é um inferno porque não creio nele, mas sim um outro bosque, como não creio na via diritta porque todas são direitas as que se seguem com cegueira mas com convicção. quem és tu, av, uma intrusa, uma onlooker, a do canto a ver, a do centro que fecha os olhos mas se apercebe, a que sabe sem saber todas as sombras que te passam. a pouco tempo de iniciar novo blog (fora os escondidos), e sem que este se esvaia porque aqui tem estado o centro, uma curiosidade breve sobre o medo e como o medo se espalha no mundo sem fios: "in the future we will photograph everything and look at nothing", diz a New Yorker. [Today everything exists to end in a photograph,” Susan Sontag wrote in her seminal 1977 book “On Photography.”] e contra esta ideia coloco outro seminal Walden, um dos livros da minha vida e ao qual regresso sempre que me pergunto 'quem sou eu'. porque eu sou, sabe-se, a minha própria biblioteca e essa colecção de frases voadoras sou eu. se apontasse um livro só para ler nestes dias de cigarras e de campo, de solo seco e espaço, de ouvir o vento a pentear as ervas, os carros longínquos como os arraiais de verão com a música pimba a ecoar nos vales do gerês, um eco que sabe a bolo e a delícias, esse livro seria Walden.
"One farmer says to me, 'You cannot live on vegetable food solely, for it furnishes nothing to make bones with;' and so he religiously devotes a part of his day to supplying his system with the raw material of bones; walking all the while he talks behind his oxen, which, with vegetable-made bones, jerk him and his lumbering plow along in spite of every obstacle.", Thoreau, quem mais, no Walden.
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TAGS Biblioteca de Babel, Stuff
strait from the bosphorus, beloved, an international book mag, based in Istanbul.
Balat
Eleonora Masi
My body is a profane temple.
Happiness stays for a moment,
maybe 48 hours
in exchange for 40 days of pain.
Pain.
Pain inflicted,
pain suffered.
Red rags,
lives in pieces
collapsed like those buildings
in the most beautiful neighborhood
of the insolent metropolis.
- -
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mas dizem-me que está esgotado.
aqui em pdf, Escuta Zé Ninguém.
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TAGS Biblioteca de Babel, kiddos
"1. What is the temporal geometry of events and feelings? How do random, discontinuous, multilinear and multidirectional events become the matter of biographical experience and expression? How do pathos and trauma, be it psychological or historical, (un)form time, consciousness, and narrative?
2. What is the relationship between the sensorial layer of life, the autobiographical memory system and the narrative constructions? What is the degree of poiesis and mimesis in biographical writing? How does the Diltheyean triad Life-Expression-Understanding function?
3. What is the relationship between memory, imagination and language in biography? Is memory essentially a subsystem of one’s imagination and will to meaning? And is imagination the subjective appropriation of the imaginary metanarratives of a semiotic community (codified e.g. in mythic-theological discourse)?
4. What is the intentionality of a life history/story? Who are its writer, narrator, and actor? What is the relationship between life, art and truth? Is there truth in an ethical and aesthetic Self? What is narrative, historical, hermeneutical and performative truth?
5. What is the ethical and political meaning of the Narrative Self? Does moral personality lie in narrative competence? Does responsibility consist in narratability? Does struggle for recognition translate into psychosocial internarrative conflict?"
daqui. muitas perguntas e todas boas. as minhas preferidas em itálico. parecem-me perguntas de século vinte, olhando para a literatura e não para a filosofia. é ler Sebald, deve responder às cinco.
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"Benim güneşim bu elden doğuyor. Burdan batıyor."
Kelimeleri topluyorum.
colecção de palavras. coleccionar palavras é melhor do que coleccionar coisas. há frases antiquadas que encontro nesta língua que estão extintas em inglês e em risco de extinção em português. então é como descer ao terreiro do paço ao fim de semana e encontrar objectos raros no meio de cacos comuns. 'o meu sol nasce desta mão. e nesta se põe.'
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"Now our Dr. [James] Conland had served in [the Gloucester] fleet when he was young. One thing leading to another, as happens in this world, I embarked on a little book which was called Captains Courageous. My part was the writing; his the details. This book took us (he rejoicing to escape from the dread respectability of our little town) to the shore-front, and the old T-wharf of Boston Harbour, and to queer meals in sailors’ eating-houses, where he renewed his youth among ex-shipmates or their kin. We assisted hospitable tug-masters to help haul three- and four-stick schooners of Pocahontas coal all round the harbour; we boarded every craft that looked as if she might be useful, and we delighted ourselves to the limit of delight. ... Old tales, too, he dug up, and the lists of dead and gone schooners whom he had loved, and I revelled in profligate abundance of detail—not necessarily for publication but for the joy of it. ...I wanted to see if I could catch and hold something of a rather beautiful localised American atmosphere that was already beginning to fade. Thanks to Conland I came near this."
da wiki.
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TAGS Biblioteca de Babel, kiddos, Kipling, Lágrimas do teu sal
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TAGS Biblioteca de Babel, Conrad, hipsta, kiddos, memória
"Taş gönüller kararmış
Sarp kışa benzer"
Yunus Emre
plus reading practice:
DÖRT MEVSİM MASALI
Bir zamanlar Toprak Ana, evinde yalnız yaşıyormuş. Yalnız yaşamak zormuş, bu yüzden canı çok sıkılıyormuş. Bir gün kalkmış, gök kralına misafirliğe gitmiş. Sarayın kapısına varınca, gürültüler, patırtılar duymuş. Kapıdaki nöbetçiye, “bunların ne olduğunu” sormuş.
Nöbetçi:
― Ne olacak, demiş. Mevsim kardeşlerin gürültüsü. İkisi kız, ikisi oğlan dört yaramaz çocuk var. Kavga edip duruyorlar.
Toprak Ana :
― Onları bana gönderin, demiş. Ben yalnızım, biraz da benimle otursunlar.
Nöbetçi Toprak Ananın isteğini krala söylemiş. Kral da “Peki” demiş. Toprak Ana bunun üzerine evine dönmüş, mevsim kardeşleri beklemeye başlamış.
Önce en küçük kardeş gelmiş. Pembe, beyaz saçlı, güzel bir çocukmuş. Toprak Anaya :
― Benim adım İlkbahar, demiş. Size ufak bir armağan getirdim.
İlkbahar, çantasını açmış, çantasından tomurcuklanmış dallar, renk renk çiçek demetleri, cıvıl cıvıl ötüşen kuşlar çıkarmış.
Çok geçmeden ikinci kardeş gelmiş. Tombul, kırmızı yanaklı bir kızmış. Adı da Yaz’mış. Kardeşine :
― Haydi çekil bakalım, bak, ben geldim, demiş. Sonra o da çantasından çilek, kiraz, şeftali, erik gibi meyveler çıkarmış, bunları Toprak Anaya sunmuş.
Derken üçüncü kardeş gelmiş. Sarı sapsarı bir çocukmuş. Toprak Ana’ya :
― Ben sonbaharım demiş. Yalnızlığı, sessizliği çok severim, demiş. Sonra da kuşları kovmuş, her yeri sarıya boyamış. Ortalığa bir sessizlik çökmüş. Tam bu sırada dördüncü kardeş gelmiş. Çiçekleri, meyveleri dağıtmış, cebinden beyaz bir su çıkarmış, bu suyla her yeri beyaza boyamış. Bir yandan da :
― Benim adım kış, benim adım kış diye bağırıyormuş.
Dört kardeş de Toprak Ananın evinden gitmek istememiş. Kavgaya tutuşmuşlar. Ortalık alt üst olmuş. Toprak Ana kızmış :
― Beni dinleyin, demiş. Ya sırayla gelin, evimde üçer ay misafir kalın, ya da çekilip gidin. Hepinizi birlikte istemiyorum.
― Bunun üzerine mevsim kardeşler düşünmüşler. Aralarında anlaşıp Toprak Anaya, “peki” demişler. İşte o günden beri sırayla geliyor, Toprak Anada üçer ay misafir kalıyorlar.
- -
and another.
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TAGS Biblioteca de Babel, go east old woman, Turkish_language
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TAGS Biblioteca de Babel
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TAGS Biblioteca de Babel
Benimle ol
Benimle iç
Benimle ye
Benimle gül
Benimle ağla
Benimle uyu
Benimle uyan.
Benimle yaşa.
Benimle yaşlan.
Benimle öl.
(kim yazdı?)
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TAGS Biblioteca de Babel, go east old woman, Turkish_language
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