a mesa de luz

Thursday, November 27, 2014

hoje é dia de dizer obrigado

esquecendo as conquistas, as descobertas e outros equívocos semelhantes que construíram a história e a identidade europeias, aproveitar o dia ou a noite para estar junto, para cozinhar e comer e agradecer o que se tem neste momento até porque o mais certo é já não o ter no momento seguinte.


Wednesday, November 26, 2014

olha olha

o que eu estava a dizer da água.

porque é que os velhos

gostam tanto de falar mal dos novos é uma coisa que me ultrapassa. até parece que eles deixaram um óptimo serviço. (embora o artigo original da time seja contrário ao nome. um assunto da moda).

outro assunto (e a propósito dos velhos): posso dizer que tenho um novo método de avaliação do carácter dos políticos, quem visitou José Sócrates e por que ordem. já nem digo nada quanto ao papel das ex-mulheres. devia haver uma estátua erguida às ex-mulheres deste país.


Tuesday, November 25, 2014

firefly


obrigada, a.

ou porque aquele país nunca sairá dos meus sonhos. 

um pouco ao encontro do livro que ando a devorar, Patasana, onde a "acção policial" se desenrola numa escavação perto de Gaziantep. (que bom Ühmit, um homem antes de autor na mesma prateleira de homens como Sepúlveda e Mia Couto, embora não tanto na escrita, dentro da ideia ainda viva da literatura mudando para melhor o mundo).


Seleucia, fundada 300 anos antes de Cristo por um dos generais de Alexandre o Grande (não exactamente pelos "gregos"). a escavação hitita que leio agora tem 1600 anos antes de Cristo. cada vez que erdogan constrói uma ponte, autoestrada ou barragem ou até o metro de Istanbul, as camadas de vidas que desenterra são a própria ilustração da existência humana. absolutamente fascinante.


de certo modo, nascemos deste rio, como Náiades saídas da água. (para ter uma ideia temporal, os fenícios - sírios e libaneses - fundaram Lisboa 1200 anos antes de Cristo como um entreposto marítimo. porque a água desta península é salgada.)

quanto a Seleucia-Zeugma, outra cidade do Eufrates.

the gipsy girl, da wiki.

(e cá como lá mas lá para muito pior: a política de construção de barragens como forma de poder, de escravidão, de manipulação, de soberania.)

Monday, November 24, 2014

James Welsh

Dreaming Winter
James Welsh

Don't ask me if these knives are real.
I could paint a king or show a map
the way home—to go like this:
Wobble me back to a tiger's dream
a dream of knives and bones too common
to be exposed. My secrets are ignored.

Here comes the man I love. His coat is wet
and his face is falling like the leaves,
tobacco stains on his Polish teeth.
I could tell jokes about him—one up
for the man who brags a lot, laughs
a little and hangs his name on the nearest knob.
Don't ask me. I know it's only hunger.

I saw that king—the one my sister knew
but was allergic to. Her face ran until
his eyes became the white of several winters.
Snow on his bed told him that the silky tears
were uniformly mad and all the money in the world
couldn't bring him to a tragic end. Shame
or fortune tricked me to his table, shattered
my one standing lie with new kinds of fame.

Have mercy on me, Lord. Really. If I should die
before I wake, take me to that place I just heard
banging in my ears. Don't ask me. Let me join
the other kings, the ones who trade their knives
for a sack of keys. Let me open any door,
stand winter still and drown in a common dream.


- -

Riding the Earthboy 40

Earthboy: so simple his name
should ring a bell for sinners.
Beneath the clowny hat, his eyes
so shot the children called him
dirt, Earthboy farmed this land
and farmed the sky with words.

The dirt is dead. Gone to seed
his rows become marker to a grave
vast as anything but dirt.
Bones should never tell a story
to a bad beginner. I ride
romantic to those words,

those foolish claims that he
was better than dirt, or rain
that bleached his cabin
white as bone. Scattered in the wind
Earthboy calls me from my dream:
Dirt is where the dreams must end.

- -

There is a Right Way

The justice of the prairie hawk
moved me; his wings tipped
the wind just right and the mouse
was any mouse. I came away,
broken from my standing spot,
dizzy with the sense of a world
trying to be right, and the mouse
a part of a wind that stirs the plains.

- -
James Welsh um autor de origem Blackfoot / Gros Ventre que não conhecia. um primeiro e único livro de poemas, os restantes ficção, relegado, como tantos outros autores índios, para um limbo de desconhecimento, esquecidos pelo sistema de mercado das publicações que se excita até à exaustão cada vez que McCarthy muda de posição na cadeira, para não dizer outra coisa. assim é o sistema dos mercados das publicações, mas que interessa, um dia vou ler a obra de James Welsh.

para uma lista mais completa.

no início

do festival anual da comida, o natal:
fish balls
laksa lemak
hearty yummy soups
panner
sopa de beldroegas
brigadeiros
(suddenly so discouraged. thank goodness for the pervading smell of warm scones)

Sunday, November 23, 2014

seguindo



o grande líder (2) ou sobre a natureza da democracia

carrega com ele a democracia neste país onde  os políticos sérios são cada vez mais invisíveis. se fosse só cá.

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no mesmo dia em que 41.005 pessoas votaram no orçamento participativo de Cascais, entre as quais eu. o texto do presidente, Carlos Carreiras:

ORGULHO e RESPONSABILIDADE.
Por muito que nos dêem motivos de desesperança, a Democracia ainda é o melhor regime político e todos os outros são muito maus, mas o exercício da democracia precisa de ser renovado e repensado.
Em Cascais temos vindo a fazer uma forte aposta no desenvolvimento de ferramentas de Democracia Participativa, das quais o Orçamento Participativo de Cascais (OP) é um dos maiores expoentes.
Se analisarmos que fui eleito com pouco menos de 28.000 votos, obtendo maioria absoluta e o dobro do partido mais votado e a menor força política que elegeu vereadora teve menos de 5.000 votos, constatamos facilmente que o OP é um enorme êxito em termos quantitativos.
Em termos qualitativos é bom verificar que o Orçamento Participativo de Cascais passa por várias fases, iniciando-se com 9 assembleias participativas em que mais de 740 munícipes saíram de suas casas e foram apresentar e discutir as suas propostas com outros munícipes seus vizinhos, votando em cada assembleia as propostas apresentadas que depois de validadas tecnicamente passaram à votação que entretanto decorreu e da qual os resultados foram hoje apresentados com o auditório da Casa das Histórias Paula Rego completamente repleto.
Foi uma verdadeira festa de cidadania, um hino à participação cívica dos Cascalenses, um extraordinário movimento de cidadãos que tem crescido e robustecido de ano para ano.
A TODAS e a TODOS os que se envolveram os meus sinceros PARABÉNS, o meu reconhecimento. BEM HAJAM.
Estes resultados significam para mim um enorme ORGULHO e um acréscimo de RESPONSABILIDADE.


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embora o(s) orçamentos participativo seja uma percentagem reduzida do orçamento geral, a votação numa sala de aula ou de um parque ou dos balneários de uma instalação desportiva são mais importantes para a população do que a votação de um programa que vai condicionar as suas vidas durante quatro anos. não sei se isto será muito abonatório para a democracia até por várias razões. o não-voto tem algumas razões a principal das quais é, hoje, o descrédito total da classe política.  podem os comentadores estarem todos com pezinhos de lã mas o povo - aquele que cortou cabeças - estava pronto para as cortar de novo. entre esse povo e os poderosos estão os senhores juízes e a polícia. por outro lado, há uma ideia geral de que o voto pouco muda. essa ideia esbate-se com os discursos inflamados em tempo de eleições e lá se vota na esperança de qualquer coisa ou na negação de outra, mas a impotência do cidadão é grande. os orçamentos participativos são uns mini-referendos de sucesso, o que também dá que pensar sobre os referendos com as suas perguntas elípticas e confusas contra este modelo de projecto com fotos e filmes. se a democracia é o melhor sistema? contra quê, a tirania? ah sim, é. pena que as possibilidades sejam apenas duas. este fds conheci o v. e falámos brevemente das outras possibilidades de existência social.



Saturday, November 22, 2014

Friday, November 21, 2014

novas coisas sem importância

o meu filho teve de memorizar para o teste que a península ibérica foi invadida pelos árabes em 711. aborrece-me um pouco, ou bastante, conforme o dia.

o que os loucos do isil querem é este mapa.

Age of the Caliphs    
Expansion under the Prophet Mohammad, 622-632    
Expansion during the Patriarchal Caliphate, 632-661    
Expansion during the Umayyad Caliphate, 661-750

o que os loucos do isil querem é este mapa, do rosa mais escuro de maomé até aos Umayyads, a que se aliaram os berberes que invadiram toda a península em apenas quatro anos.

"Unlike the conquests of previous religions and cultures, the coming of Islam, which was spread by Arabs, was to have pervasive and long-lasting effects on the Maghreb. The new faith, in its various forms, would penetrate nearly all segments of Berber society, bringing with it armies, learned men, and fervent mystics, and in large part replacing tribal practices and loyalties with new social norms and political idioms.

Nonetheless, the Islamization and Arabization of the region was a complicated and lengthy process. Whereas nomadic Berbers were quick to convert and assist the Arab conquerors, it was not until the twelfth century, under the Almohad Dynasty, that the Christian, Jewish, and animist communities of the Maghreb became marginalized.

Jews persisted within Northern Africa as dhimmis, protected peoples, under Islamic law. They continued to occupy prominent economic and political roles within the Maghreb.[36] Indeed, some scholars believe that Jewish merchants may have crossed the Sahara, although others dispute this claim.[citation needed] Indigenous Christian communities within the Maghreb all but disappeared under Islamic rule, although Christian communities from Europe may still be found in North Africa to this day.

The first Arabian military expeditions into the Maghreb, between 642 and 669, resulted in the spread of Islam. These early forays from a base in Egypt occurred under local initiative rather than under orders from the central caliphate. But when the seat of the caliphate moved from Medina to Damascus, the Umayyads (a Muslim dynasty ruling from 661 to 750) recognized that the strategic necessity of dominating the Mediterranean dictated a concerted military effort on the North African front. In 670, therefore, an Arab army under Uqba ibn Nafi established the town of Qayrawan about 160 kilometres south of modern Tunis and used it as a base for further operations.


A statue of Kahina, seventh-century female Berber religious and military leader
Abu al-Muhajir Dinar, Uqba's successor, pushed westward into Algeria and eventually worked out a modus vivendi with Kusaila, the ruler of an extensive confederation of Christian Berbers. Kusaila, who had been based in Tlemcen, became a Muslim and moved his headquarters to Takirwan, near Al Qayrawan. This harmony was short-lived, however; Arabian and Berber forces controlled the region in turn
until 697. By 711, Umayyad forces helped by Berber converts to Islam had conquered all of North Africa. Governors appointed by the Umayyad caliphs ruled from Kairouan, capital of the new wilaya (province) of Ifriqiya, which covered Tripolitania (the western part of modern Libya), Tunisia, and eastern Algeria.

The spread of Islam among the Berbers did not guarantee their support for the Arab-dominated caliphate due to the discriminatory attitude of the Arabs. The ruling Arabs alienated the Berbers by taxing them heavily; treating converts as second-class Muslims; and, worst of all, by enslaving them. As a result, widespread opposition took the form of open revolt in 739-40 under the banner of Ibadin Islam."

da wiki.

e ainda:
Berbers in Al-Andalus:

The Almohad Empire, a powerful Berber empire that lasted from 1121 to 1269
The Muslims who invaded the Iberian Peninsula in 711 were mainly Berbers, and were led by a Berber, Tariq ibn Ziyad, though under the suzerainty of the Arab Caliph of Damascus Abd al-Malik ibn Marwan and his North African Viceroy, Musa ibn Nusayr. A second mixed army of Arabs and Berbers came in 712 under Ibn Nusayr himself. They supposedly helped the Umayyad caliph Abd ar-Rahman I in Al-Andalus, because his mother was a Berber. During the Taifa era, the petty kings came from a variety of ethnic groups; some—for instance the Zirid kings of Granada—were of Berber origin. The Taifa period ended when a Berber dynasty—the Moroccan Almoravids—took over Al-Andalus; they were succeeded by the Almohad dynasty of Morocco, during which time al-Andalus flourished.

In the power hierarchy, Berbers were situated between the Arabic aristocracy and the Muladi populace. Ethnic rivalry was one of the most important factors driving Andalusi politics. Berbers made up as much as 20% of the population of the occupied territory.[39] After the fall of the Caliphate, the Taifa kingdoms of Toledo, Badajoz, Málaga and Granada had Berber rulers.[citation needed] During the Reconquista, Berbers in the areas which became Christian kingdoms were acculturated and lost their ethnic identity, their descendants being among modern Spanish and Portuguese peoples.

ao que gostaria de juntar:


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e ainda: há uma série na tv espanhola sobre o"nosso" viriato.

diz-se que os fenícios fundaram lisboa, um porto de abrigo importante no contexto das suas rotas (olhando para os mapas, que extraordinário). os fenícios (não há como os nomes da história para romantizar a história) seriam hoje libaneses e sírios.



luvlost


coisas que não têm nenhuma importância:

o relato de Gilgamesh ser a primeira obra literária da humanidade, os primeiros poemas são do século dezoito antes de cristo. Gilgamesh foi o rei e senhor da cidade de Uruk, considerada também ela a primeira cidade jamais construída, no quarto milénio antes de cristo. Gilgamesh governou-a no século vigésimo sétimo antes de cristo. não importa muito como posso escrever este tempo porque a noção de abismo colapsa, não tenho visão para esta queda.



Uruk é no Iraque.


a propósito de Galveston

quando lá estivemos a praia muito longa estava deserta. as casas de madeira enfileiravam-se ao longo da língua de areia com as refinarias, assustadoras, em fundo. o sítio era desolador. pensei que alguma coisa terrível tinha acontecido naquele lugar. e tinha, o furacão de 1900.


no Seawall, a varanda ventosa para a praia deserta, fomos ao Joe Crab's Shack, onde os empregados de mesa a determinado ponto começam a cantar e a dançar, o que faz parte da rotina do restaurante. deram-nos uns bibes de plástico para comer o marisco, sou bem capaz de ter trazido um que entretanto deitei fora com mais uma série de despojos inúteis. lembro-me de ter pena do marisco, de pensar de onde vinha, talvez do Alaska, e do modo trágico de terminar a sua vida, frito e mais frito, mergulhado em molhos indescritíveis. uma sensação semelhante com os fish and chips de Eastbourne, ali mesmo cara a cara com a bela e selvagem St. Malo, onde comemos três andares de uma mariscada fresca, quase a sair do mar. semelhante, só me recordo da que é servida no Búzio da praia das Maçãs.

de Galveston gostei da longa ponte, the Gulf freeway, sobre a água porque me fez pensar na Vasco da Gama. esbraceja-se sempre pelo reconhecimento, é um instinto de bebé que não se pode controlar, seja qual for a idade. tínhamos vindo de Houston, esse enorme motor poderoso e enérgico. sob o calor abrasador, o elaborado shopping do momento tinha uma enorme pista de gelo para patinagem. parece que ainda tem.

Thursday, November 20, 2014

bought and to buy

recebida a lindíssima ilustração de Joana Estrela, à venda na Mariamélia. linda! (a inspiração aqui)
na lista futura, ‘Tales of the Marvellous and News of the Strange’, storytelling.

Wednesday, November 19, 2014

time



"The squares of the city I filled with the bodies of those I had slaughtered. The city and the homes I pillaged and plundered demolishing them from foundation to roof. The temple towers of brick and mud, the temples and their gods I razed to the ground. Canals I had dug from the Euphrates into the heart of the city itself, that no one might find them ever again."
From a tablet of Assyrian king Sennacherib.
na abertura de Patasana de Ahmet Ümit.

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Sennacherib, king of Assyria (704-681 BC)

Sennacherib, whose name (Sin-ahhe-criba) means 'the god Sin has replaced the brothers', came to the throne of Assyria in 704 BC. The new king shifted the capital from Dur-Sharrukin (modern Khorsabad) to the ancient city of Nineveh, which he rebuilt in unparalleled splendour. This great palace, which Sennacherib describes in his inscriptions as 'without rival', is known today as the South-West Palace. Many rooms were decorated with alabaster wall reliefs.

Sennacherib was mainly preoccupied with trying to resolve the political situation in Babylonia, a region that had only recently been retaken by his father Sargon II. Sennacherib's main opponent was a local leader called Marduk-apla-iddina II (the biblical Merodach-baladan) who was supported by Elam. From 703-689 BC Sennacherib fought to control south Mesopotamia until finally, after a fifteen-month siege, the city of Babylon was captured and sacked. In 701 BC Sennacherib sacked the city of Lachish in Judah but failed to take the capital Jerusalem. His other campaigns in the southern Levant, Anatolia, and in the Syrian desert against the Arabs, were concerned with frontier security. In 681 BC Sennacherib was assassinated by two of his sons while he prayed in a temple. He was succeeded by another son, Esarhaddon.

daqui.




Nineveh a cidade com o primeiro aqueduto da história.


real spoils of our time: from Bagdad to Chicago, Sennacherib prism.

"Iraq’s museums, with special focus on Baghdad and Mosul, are repositories for countless irreplaceable artifacts that record Iraq’s unique legacy. Iraq Heritage is appalled by the great suffering and loss of life in the current fighting in Iraq and expresses great concern about the safety of Iraq’s invaluable cultural and historical heritage. Our mission is to work to protect the world’s cultural heritage threatened by armed conflict, natural and human-made

The ruins of the ancient Assyrian city of Nineveh lie in the northern suburbs of the embattled city of Mosul. To the south of Mosul are the ruins of Hatra, a World Heritage site. These sites are under great threat as we can confirm government control has been lost in these areas.

In 2010, the site was put on a list of endangered cultural heritage sites by the Global Heritage Fund due to looting and insufficient government management. With the falling of Saddam and his regime in 2003 Iraq Suffered looters who carried off thousands of priceless cuneiform tablets, sculptures, bronze tablets, books and other items from both the National Museum in Baghdad and Mosul’s Archaeological Museum.

According to the Global Heritage Fund’s 2010 report, “Saving Our Vanishing Heritage,” the worldwide trade in stolen antiquities is estimated to be in the billions of dollars, but local thieves receive only a small fraction of the stolen artifact’s worth. Most often, the stolen items end up in collections in Europe, North America and Japan. In 2008, Iraqi Security Forces raided a house in Basra and recovered 228 ancient Mesopotamian artifacts that had been plundered from archaeological sites and museums throughout the country. They had been operating on a tip that important Iraqi monuments were going to be smuggled from the country and enter the black market in order to fund insurgent groups. The objects have since been returned safely to the Iraqi National Museum. Despite these small successes, thousands of Iraqi cultural artifacts are still missing. Many of them can be viewed on Interpol’s database of stolen works of art, which tracks art and cultural heritage thefts worldwide.

Iraq Heritage is extremely maddened at the looting that threatens the ruins of our beloved Hatra and many other sites. The actions of looters in Iraq during the war forced the United Nations to include a provision to UN Resolution 1483 (2003) calling on all member states to facilitate the return of Iraqi cultural artifacts that were illegally removed. With the loss of government control in the region by the ISIS insurgents, Iraq’s cultural heritage sites in northern Iraq are officially threatened again."
daqui.


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An airstrike in Iraq's Ninawa province killed 20 "Islamic State of Iraq and the Levant" (ISIL) gunmen (...)



Tuesday, November 18, 2014

meanderings



todos os livros também podem ser ridículos também, ou as suas histórias. por falar em imoralidade: um dos capítulos de The Great Taos Bank Robbery é sobre um político no poder que, quando vê que os seus dois opositores directos estão muito próximos de o derrubar - os três estão quase empatados por uns vinte votos, decide tomar o assunto nas suas mãos e o que faz: contrata 3 candidatos para irem a votos de acordo com os grupos socio-económicos dos seus opositores. Os candidatos recolherão poucos votos mas esses poucos são os suficientes para que a sua candidatura vença. assim aconteceu e o político subiu na carreira até lugares importantes no partido e no país. um tratado do que é a política, imoral. e do que pode ser a democracia, essa fonte de manobras.

Monday, November 17, 2014

night snow

I was surprised my quilt and pillow were cold,
I see that now the window's bright again.
Deep in the night, I know the snow is thick,
I sometimes hear the sound as bamboo snaps.

golden visas


my words exactly

“Traffic is awful, but the city is wonderful. It is so beautiful that I may move to Istanbul one day,” (...)

 
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