Thursday, January 24, 2013

outro bom link ('The equation of language with nation and the nation-state reached its peak in the 19th century.')

sobre a homogeneidade cultural. (comemos o que somos, é a mesma coisa).

"Literary language is no longer considered the marker of a nation". interessantíssima reflexão sobre a vida moderna. (ou como há muita coisa em vias de extinção ou mesmo já extinta, numa espécie de autofagia. claro que estes são os assuntos de Pamuk e a leitura deste autor não pode ser feita sem saber 'enough about the writer's culture'). também há essa outra questão: o que é literatura. por exemplo na amazon. como em tantos locais anglo-americanos, a literatura foi substituída por ficção. concordo, não se devem confundir afinal. como dizia, na Amazon, a literatura é world literature ou classical literature. o resto é fiction. depois admiram-se de não ganhar o nobel da literatura. é que ainda não há o nobel da ficção. (boca de mau gosto do dia)

(à parte mas que me aborrece: o 'fabuloso' de Lisboa parece que deu lugar ao 'lá está')

"lá está"--
a ficção e o nobel:  "In 2008, Horace Engdahl, then permanent secretary of the Nobel Prize selection committee, infamously called American authors “too insular,” and “too sensitive to trends in their own mass culture.” The last American to receive the Nobel Prize for Literature was Toni Morrison in 1993; American writers, Engdahl said, “don’t really participate in the big dialogue of literature.” The implication was no one cares about contemporary American fiction but Americans." (daqui)

sim, é verdade, tinha-me esquecido ainda de uma terceira categoria, os bestsellers. mas atenção, neste último artigo não se fala de literatura, mas sim de mercado dos livros.



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