depois de Walk, lembro outros caminhantes. Rousseau e Thoreau. o flâneur de Baudelaire, Sebald. um universo limitado, por agora. a poesia de Pasolini é caminhante também. um grande número de personagens caminha. os anos cinquenta e sobretudo os sessenta deram velocidade ao fugir da paisagem. Perec escreveu um livro sem 'e' (foi ele? foi); assim fujo aos acentos que a máquina infernal ignora.
a caleche de Gogol fica a meio caminho: entre o solitário caminhante e a 'road trip'.
light gazing, ışığa bakmak
Sunday, August 19, 2012
walk
Publicado por
Ana V.
às
5:52 PM
TAGS Baudelaire, Georges Perec, Gogol, Pasolini, Robert Walser, W. G. Sebald, Walden
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