disto: fugir daqui. Tony Hillerman para matar saudade, até porque julgo que já li este livro mas como diz alguém que todos desataram a citar no fb esta semana ( não gosto de quotes), a minha falta de memória é excelente em várias vertentes da vida e uma delas, talvez a mais importante, a de poder ler o mesmo livro como-se-fosse-a-primeira-vez várias vezes (fosse assim no amor mas não é). afinal existe em português, esgotado talvez, Coiote Espera de Tony Hillerman. uma pequeníssima edição falhada (quem quer ler sobre detectives navajo?) até aposto, que não teve continuação, apesar da obra do escritor-defensor (um Mia policial) ser bastante extensa.
apesar de ser um policial, foi através dos seus livros que entrei no universo Dineh, superficialmente tal como um policial pode ser superficial, o suficiente para ter uma relação (em monólogo) com aquela cultura. na verdade, e antes de Hillerman, o advocate dos Navajo e escritor de policiais best seller do NY Times, o que me prendeu foi a terra ocre e sagrada de Monument Valley, aquela que considero ser a minha catedral, onde um homem (neste caso menina) olha para si na sua verdadeira dimensão de passageiro privilegiado de um maravilhoso (palavra traiçoeira na boca de políticos) transporte. se há um local que gostaria de rever na vida, é aquele. assim se foge.
Talking God cresce em torno da cerimónia Night Chant (to be restored to harmony and beauty): aqui, aqui e em Hillerman:
light gazing, ışığa bakmak
Monday, November 5, 2012
a precisar
Publicado por
Ana V.
às
9:18 PM
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