ah bertrand, a caverna das cavernas, ali ao chiado. as livrarias medem-se pelo lugar da poesia: na prateleira da honra junto ao balcão ou lá ao canto e em baixo. também se podem medir por outra coisa qualquer.
na lisboa africana (passear-lhe é como voltar atrás), Pessoa de ferro bebe um café ausente e todas as tardes o ritmo de áfrica lhe acompanha a bica.
comprei o livro do ano. o houellebecq diz que não há lugar para a poesia nas novas cidades, mas cada livro seu dá capa de revista. António Pina guardava Todas as Palavras no Porto, o m. veio e levou-as para o bairro da lapa. (fugir para o brasil é uma tendência nacional).
light gazing, ışığa bakmak
Wednesday, April 3, 2013
poesia
Publicado por
Ana V.
às
8:09 AM
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