verdade. ontem no museu, uma das partes do edifício mostrava a impressionante colecção de uma mulher que, podendo, coleccionou peças através das quais podemos ver o caminho da história. no percurso normal do museu, um vaso preto perfeito, brilhante, podia estar na loja de um designer. tinha sete mil anos. aqui em tudo anda-se sempre com este abismo de tempo debaixo dos pés. várias tábuas com exemplos do início da escrita, todas desta região, a evolução desde a idade do calcolítico, idade do bronze, mesopotâmia, babilónia. os retrocessos visíveis. um grande museu. claro que estava vazio, o guarda abria as luzes antecipando a nossa passagem. um casal de estrangeiros chegou depois. parece que todos os turistas estão a ver as lojas do costume, as coisas do costume. não subimos a muralha para ver o mar negro mas não faz mal.
light gazing, ışığa bakmak
Monday, August 5, 2013
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