ler a cena do baile, uma das mais marcantes de toda a história literária - julgo, tive a mesma sensação que tive ouvindo Beethoven em Hamburgo.
o detalhe do guarda-roupa: em primeiro lugar olho para Tolstoi, um homem austero com barba e imagino-o a escrever a descrição do vestido de kitti, as organzas, os tufos, as flores e os laços cor de rosa e a imagem é simplesmente engraçada. a aparência rosada da rapariga demora mais de uma página, 672 palavras give or take. para Anna uma frase é suficiente: "Now she understood that Anna could not have been in lilac, and that her charm was just that she always stood out against her attire, that her dress could never be noticeable on her." o carácter natural vs. o esforço da aparência é algo que li em Dostoievsky neste último caderno de impressões, a alma russa contra quem toda a europa se encontrava em relação de amor-ódio: Paris. por outro lado, um método semelhante à cena do comboio: entramos na sala dentro de kitti para a meio tempo lhe sairmos do corpo e ficarmos numa galeria, suspensos no alto a ver e a saber tudo.
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seis coreografias:
The first was choreographed by Maya Plisetskaya for the Bolshoi Ballet in Moscow. Plisetskaya herself danced the role of Anna Karenina in costumes designed for her by Pierre Cardin, 1972.
Belgrade in 1973, choreographed by Dimitrije Parlic.
Melbourne in 1979 with André Prokovsky.
Boris Eifman’s version followed in 2005.
Alexei Ratmansky’s in 2011.
So, that makes Sidi Larbi the sixth choreographer who has created a dance interpretation of Tolstoy’s story.
Sidi Larbi,
algo une a primeira década de 2000 aos anos 70.
light gazing, ışığa bakmak
Friday, January 10, 2014
karénina é muito mais do que karénina
Publicado por
Ana V.
às
9:38 AM
TAGS Dostoyevsky, Tolstoi
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