precisou de tocar uma vez. (que já foi da biblioteca de clearwater).
uma pessoa que me é muito querida devotou grande parte do seu tempo à representação de utopias na ficção científica e fez o caminho todo, com reverência a thomas more. o seu objectivo, pareceu-me, era entender em que medida essa terra dourada, os estados unidos, foram resultado da demanda que se pretendeu realizar ali, para lá do arco-iris. raízes e projecção de desejos, passado e futuro, mas em todo casos, todos eles imaginários, lugares fiados por storytellers.
a propósito: achei o máximo, recentemente, a lição que recebi sobre tall tales que, por estranho que me pareça, nunca antes me tinham chegado às mãos. [verdade que deixei por visitar a terra de paul bunyan, em que espero ainda, um dia quem sabe, passar] também é verdade que esta 'tradição' à pressa, que me perdoem, de self-made-adam podia ter atribuído paternidades mas preferiu não o fazer. não faz mal. podemos sempre recapitular.
No comments:
Post a Comment