Wednesday, February 18, 2015

knowledge management

pelo que vejo nas procuras, o km foi um penacho de pouca dura e esmoreceu há quatro anos atrás. uma ou outra universidade seguiram em frente mas escusadamente, julgo, e por aqui vejo a dificuldade em estruturar curricula numa sociedade em alteração tão rápida. onde está a moda e onde começa a realidade, a distinção é difícil para "nós", que nascemos fora deste novo mundo, mas fútil para quem nasceu nele e que já vê tudo como fugaz. arrumo o KM no meu esquema (percebendo que foi um clash entre os TI e os gestores, entre a lógica fechada e limitada do TI e a imaginação instintiva ou por vezes a pobreza de espírito dos gestores, sistema vs. caos) - entre a qualidade e a logística e aproveito a boa ideia de fluxos de informação tratados como logística. (querer incluir a criatividade num esquema, que ideia peregrina, mas querer incluir a formação num esquema de informação, tão lógico que nem poderia ser de outra maneira).

é adequado: enquanto Proust escreve o tempo perdido, Portugal faz a sua revolução republicana. existiam genes em 1910? (1940!) se não existiam nos manuais, existiam bem na cabeça do escritor que sobre eles já sabia tudo, dirigindo o olhar para a rua e para a pintura. poderosíssimo gaze. queria ver fazerem KM com isto... tão longe que Proust está do alcance dos sistematizadores.




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