Thursday, September 10, 2015

homedresser e algo mais







nem eu nem ele estamos doentes, que eu saiba, mas que andamos overworked é verdade. e que temos familiares em mau estado de saúde, também é verdade. e que as mudanças de vida nos atropelam um pouco, também não se pode negar.

em Lisboa é ver o influxo de dinheiro por todo o lado, condomínios, apartamentos históricos, lojas tradicionais e de produtos de excepção, esplanadas e jardins e parques, museus novos, passeios e quiosques. na zona da baixa um quarto dos edifícios estão tapados para restauro. alguém comprou, alguém pagou. falo na tradição com ironia, mas nos parque com satisfação porque gosto de os frequentar. vejo mulheres nos parques a ler, sempre mais mulheres do que homens, e confesso que tenho uma certa inveja porque passo a correr e julgo que seria uma boa ideia sentar-me ali a ler. nem sempre é fácil perder o propósito e deixar cair os timings e os deadlines e ir para um parque sem mis  objectivo do que ficar sentado a olhar ou a pensar em qualquer coisa insignificante ou em nada, a ouvir o zumbido das abelhas.

no hospital de santa maria são uns carniceiros e tal e tal a equipa é tão boa e as auxiliares são tão simpáticas mas sabem que quem ali está não vai para as descobertas ou parecido. não quero dizer mais mas choca-me a facilidade com que se destrói uma vida. erros médicos por julgar não devem ser poucos. do outro lado do abismo económico-social são as contas disparatadas e as "intervenções" desnecessárias para sanguessugar o desgraçado um pouco mais. uns e outros têm isto em comum: querem desocupar a cama.

disse que ele comprime o ficheiro 'fun' para um .rar file de propósito para que ele não possa aceder ao conteúdo. devaneios.

novidade: o mini-cone de gelado santini por um euro e sessenta. no mercado da ribeira, uma fatia de pizza pouco elaborada são dois euros e cinquenta. quinhentos paus, pá.



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