Wednesday, October 7, 2015

Pamuk ( “the attempt of light to become visible.”)

talks to the Guardian.

para além das milhentas coisas que gostei de ouvir, foi bom ouvir pelo menos duas pessoas tão maníacas como eu, um homem e uma mulher. e que me tinha falhado a cor verde na caneta do Black Book, ah... definitivamente para ver. the sufi meanings of color. lindo.

a googlar:
Color, na enciclopédia irânica. bom, só o facto de existir esta enciclopédia... é o equivalente a um baba na Garrett.

Sufi Metaphysics of Light and Color.

The Light & Colors of Sufism.


a luz e as trevas, neste último (muito para ler):
In Corbin’s world of metaphor we enter into the light of angels; we enter into another kind of Darkness called by the mystics the “Night of light,” the “luminous Blackness” or the “black light.”  This other-worldly light is the light of the soul, the light of consciousness rising over the Darkness of the subconscious in which the divine Cloud of Unknowing gives birth to an interior burst of initiatic light -- the light of the “Midnight sun.”

e bem presente na citação Pamukiana no canto superior direito d'amesadeluz, a contrastar com a citação e Conrad um pouco mais abaixo.

quando falava com o jm no outro dia, comentávamos que nos últimos quatro anos houve uma transformação de ponto de vista de certo modo radical que, apesar da "crise" ter ficado para trás, o ponto de vista ficou. uma certa inocência se perdeu, sem volta. tudo é agora visto sob o manto pouco diáfano do aspecto económico. os adolescentes escolhem o seu futuro em catálogo: tantos anos de estudo, custo tal, mestrado, custo tal, trabalho salário tal e etc. mas tudo o resto: despesa e ganho. e o: vou fazer isto porque adoro isto, não posso viver sem fazer isto? a relação com as notas anteriores: a fé e a não fé, ou dizendo de modo menos comprometido com a religião: ter esperança ou não esperar nada.



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