Monday, January 5, 2015

"A man that is born falls into a dream like a man who falls into the sea."

a frase de Conrad é das que mais gosto, é tão completa como um caleidoscópio, é mais real aos sentidos do que o anúncio da água das pedras. a memória de mergulhar dentro de água é poderosa e está num local estranho dentro do passado. tudo o que Lowry escreve cabe nesta citação, a sua vida.

"You'll never know how disappointed I was not to find any whalers in New Bedford." também lá estive e procurei o mesmo, encontrei só a casa do futebol clube do porto, sumol e pastéis de nata. o mar e a literatura, uma relação antiquíssima.

não fosse um fio tão fino, estaria disposta a seguir a maré.

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Joseph Conrad, um poema de Malcolm Lowry

This wrestling, as of seamen with a storm
Which flies to leeward—while they, united
In that chaos, turn, each on his nighted
Bunk, to dream of chaos again, or home—
The poet himself, struggling with the form
Of his coiled work, knows ; having requited
Sea-weariness with purpose, invited
What derricks of the soul plunge in his room.
Yet some mariner's ferment in his blood
—Though truant heart will hear the iron travail
And song of ships that ride their easting down—
Sustains him to subdue or be subdued.
In sleep all night he grapples with a sail !
But words beyond the life of ships dream on.

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