Saturday, February 14, 2015

sinais

havia um programa com esse nome. quando se mergulha nos sinais, o significado é muito e inunda-nos de todos os lados. Obama a discursar em Stanstead para uma plateia de nerd internéticos, que não vemos mas que assim são descritos pelo presidente (um puppet emissor de discursos) sobre a necessidade do estado e consequentemente do estado militar trabalhar em conjunto com a sociedade civil e com as empresas na guerra cibernética em curso, a bem da segurança das famílias e das nossas crianças e para defender o nosso valor mais valioso, a liberdade. esta ideia recente da política norte-americana de associar repetidamente liberdade à intromissão do militar na vida civil é um reflexo do país em que se tornaram. repetindo em loop o discurso e questionando frase a frase, desvenda-se a estrutura da sua construção e a estrutura das ideias que suportam e geram o discurso.
na fnac, onde procurámos um tripé, e na bertrand, não havia Marcel Proust, e muito menos o número dois que me disseram estar esgotado e à espera de reedição. o livro idiota em que se incita a que os homens batam nas mulheres e estas gostem tem centenas de exemplares nas montras e nas prateleiras várias dentro das lojas.


nem tudo é mau. number two. também é verdade que existe o número ii na Galileu, onde vou daqui a meia hora e talvez os sete números desta obra prima.



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