light gazing, ışığa bakmak

Monday, August 31, 2009

aniversário


a mesma mousse mas com chocolate Valrhona, as entradas da Moura e estamos quase prontos.

Bas Princen

..




Looking at O’Sullivan’s and his colleagues’ photographs of the American West from round the nineteenth century, there is still a question for me of how much they were documents, or if the photographers were consciously part of the making of the myth of the frontier. I like to think it was the latter, since that would make their work even more interesting. There is a work that I relate to these pictures called ‘Park City’ by another American, Lewis Baltz, which seems to be a document of the construction of a suburban neighbourhood, but when looked at more closely is a meticulously orchestrated fiction, in which the construction site looks like a war zone, photographed in black and white, with smoking piles of rubble and buildings which one is not sure is being built or demolished. If I look at that work, it is about the construction and myth of the frontier, but the dark side of that myth, while O’Sullivan’s photographs are optimistic.

It was after seeing ‘Park City’, which is a book, that I understood how to proceed with my recent works. The similarities between construction and destruction and the man-made and the artificial already existed in my photographs, but after seeing his book I understood that I could use that ambiguity as the central idea. Although Baltz made this work 28 years ago, in one specific situation and in black and white, I have taken the point he tried to make and have started anew from where he left it. His ideas are shared, ‘travelling ideas’ that have become an important theme in photography, and it is comforting and challenging at the same time to contribute new work on these ‘travelling ideas’; which for me started with seeing ‘Park City’, but which I know forBaltz could only make after having seen Werner Herzog’s ‘Fata Morgana’. Entrevista a Bas Princen, aqui (.pdf), (via Apperture). galeria, aqui.


de Park City, Lewis Baltz (daqui)


Sunday, August 30, 2009

Dandoy


não são os pain d'amandes Dandoy que ficam bem com a meia de leite, mas não devem andar longe estes Brugse Boterkletskoppen (Bruges butter and almond biscuits) do chefe Pierre Wynants.


Bolachas de manteiga e amêndoa

o quê: para 600 g. 125g farinha, 250 açúcar mascavado, 200g manteiga, 25g amêndoa laminada, 25g avelãs peladas, 1 colher de sobremesa de água.

como: amolecer bem 150g de manteiga. tostar levemente as amêndoas. moer as amêndoas e as avelãs. juntar a água e o açúcar à manteiga e mexer bem 5 minutos. juntar a farinha e mexer outros 5 minutos. juntar finalmente as amêndoas e avelãs. fazer várias bolas com a massa e enrolar em forma de cilindro. deixar no frigorífico de um dia para o outro. ligar o forno a 175º e untar o tabuleiro. cortar fatias com 3mm de altura e achatar mais, se possível. levar ao forno durante 4 minutos.


retrato do morto ou retrato do vivo que olha

..."mas o seu rosto, como o de todos os mortos, tornara-se mais belo e sobretudo mais expressivo. O seu rosto dizia que o que era preciso fazer-se tinha sido feito e bem feito. Exprimia além disso uma censura ou um aviso dirigido aos vivos." in Tolstoi, A Morte de Ivan Ilitch traduzida por Adolfo Casais Monteiro, enquanto bebo Loong Tseng Tea.

Martin Parr

"I don’t talk very much about my work. In fact, I think doing this interview is slightly redundant. There’s nothing more to talk about, really. It’s all so obvious. That’s why I take the pictures.", Martin Parr. (daqui)





site.

Saturday, August 29, 2009

achadiça, o que eu seria na serra

depois de muito esperar e, com três muros de resistência, vi Aquele meu querido mês de Agosto e gostei. claro, sem romantismo salazarento, utopia do campo ou paternalismo. apesar de algumas cenas, poucas, mais longas, o ritmo é bom, as personagens reais melhores do que tantas ficcionais. gostei os pontos de vista, das cores, das caras de espanto, da música incómoda, das serras, das santas e dos moinhos, do filme misturado com os arraiais, da luz. e a todo o momento pensava: espero que não chegue a ficção. chegou, ficava melhor sem amor. não sendo obra-prima, foi uma surpresa. por outro lado, dizer dele que é a "alma portuguesa" ou que mostra "Portugal" é um engano. mal estaríamos.

subitamente

com enorme desejo de estar na medina de Fez.

anabelle's

ou melhor dizendo, Annabelle's.

Friday, August 28, 2009

escola

Kindergarten Supply List: A box of colored markers, A box of writing pencils, A box of medium-sized ziplock bags, A backpack, A red baseball cap, A plastic painting shirt, A change of clothing and underwear. A HOMEWORK notebook will be provided. (to check: Developmental Reading Assessment)

Personal, Social, and Health Education: The goal of this course is to help students develop strategies to make healthy choices related to their personal and social health. In Kindergarten, students will focus on developing appropriate listening skills, understanding feelings, identifying healthy foods and recognizing the importance of maintaining a healthy body. Students will also learn about drug prevention and be able to identify the national emergency number.

Thursday, August 27, 2009

essas mulheres, de novo

as de Cardoso Pires. passado o necessário luto volto a encontrar Alexandra no Anjo Ancorado. desta vez é Guida. e começo a perceber porque ficou a meio a primeira. pela minha dificuldade com a futilidade dela, e pela minha dificuldade com o olhar dele. o dele estava certo, pois estava, mas a sombra da "mulher verdadeira", a que li em Yourcenar e não gostei, está lá também.

está muito bem escrito, mas é como os manuais da imagem.

"o raciocínio concêntrico, aquele que se reduz ao próprio raciocínio." a Guida perdida com nada. fosse hoje e estava nas redes sociais, com o seu luminal, até altas horas da manhã. que grande livro, torna pequenos muitos em volta, como a Desgraça de Coetzee onde eu estava esta manhã.


vacant lot, quase

lembrei-me,

de repente, de juntar a cruz de Jesusalém e a Avenida Tiradentes, ali em baixo, e que vejo como uma crucificação. imagem interessantíssima no Museu de Belas Artes de Bruxelas. lá me colou uma boa meia hora.


"Os trabalhos de restauro foram mínimos. Silvestre não queria desrespeitar aquilo que ele chamava de "obras do tempo". De um único labor ele se ocupou: à entrada do acampamento havia uma pequena praceta com um mastro onde, antes, se hasteavam bandeiras. Meu pai fez do mastro um suporte para um gigantesco crucifixo. Por cima da cabeça de Cristo ele fixou uma tabuleta onde se podia ler: "Seja bem-vindo, Senhor Deus." Esta era a sua crença:
- Um dia, Deus nos virá pedir desculpa."
(Jesusalém, Mia Couto)

a prostituta de Coetzee

"Na cama Soraya não é exuberante. Na verdade, o seu temperamento é bastante reservado, reservado e dócil. As suas opiniões são, surpreendentemente, moralistas. Fica ofendida com as turistas que mostram os seios (as "tetas" como ela lhes chama) nas praias públicas; acha que os vagabundos deveriam ser presos e mandados varrer das ruas. A ele pouco lhe importa como ela consegue conciliar tais opiniões com a profissão que tem." (in A Desgraça, Coetzee) o herói, surpreendentemente, é ele e a sua mid-life crisis.

água morna

afincadamente a ler Waste de Tristram Stuart, depois do cão amarelo de um Maigret ainda novo. para aprender, pelo menos, que uma alface se mantém num copo de água e que dois milhões e meio de toneladas de comida perfeitamente consumível são atirados ao lixo pelos supermercados norte-americanos. nos intervalos da água morna. na praia, debaixo de cada chapéu: caras, record e cm. ao sábado, o expresso. se bem que esse material perecível não pode ser considerado consumível, à excepção do expresso, entra bem na categoria de waste. em casa há portátil. chego a achar piada ao fervor de listas para as "leituras de verão". pelo caderno de Saramago, fico curiosa em relação às Histórias de Nova Iorque de Enric González, mas há só em espanhol. para seguir a linha dos mais prolíficos, Balzac, Simenon, teria de ler agora Dickens, mas acho que não. nova palavra: freegan.



imagem de Waste.

Wednesday, August 26, 2009

Bruxelas

local acidental de nascimento de Julio Cortazár. espiralando até pousar em Montparnasse.

Tuesday, August 25, 2009

after-party

acompanhando Le Chien Jaune. mas esta água não tem estricnina. Pernod e Calvados.

"A rapariga denotava uma humildade exagerada. O olhar de acossada, a maneira de deslizar em silêncio, evitando os obstáculos, estremecendo de inquietação à mínima palavra, coadunavam-se bem com a criada para todo o serviço habituada às durezas da vida. Para além da aparência, adivinhava-se uma ponta de orgulho que ela se esforçava por não deixar transparecer.
Era anémica. O peito chato não contribuia para despertar a sensualidade. No entanto, tornava-se atraente, pelo que havia nela de perturbação, de desânimo, de doentio."

festa familiar

não tenho encontrado literatura capaz de espelhar os pequenos dramas que se escondem por detrás das famílias.

sem tempo

blogues dos blogues dos blogues

referir de referir de referência, é a rede-eco. mas este não.

a meras seis páginas

do final do Coronel Chabert, uma novela afluente do roman-fleuve A Comédia Humana de Balzac (em 1993 Depardieu vestiu-lhe o capote, não sei se faz justiça à figura do velho coronel), finalmente uma Belgian Chocolate Mousse, que sou capaz de adoptar para o futuro.


Belgian Chocolate Mousse

o quê: 150 gr de chocolate, 1 pacote de natas, 2 ovos, sete colheres de açúcar.

como: derreter o chocolate em banho maria e deixar arrefecer um pouco. bater as natas em castelo com uma colher de açúcar. bater as claras em castelo com 4 colheres de açúcar. juntar as duas gemas às restantes duas colheres de açúcar. juntar a mistura das gemas ao chocolate e mexer. juntar as natas e finalmente incorporar as claras em castelo.

de The food and cooking of Belgium. de notar que os putos não só gostaram, aprovaram, lamberam o resto e finalmente fizeram pinturas tribais com ela.

nota 2: finalmente aprendi a derreter chocolate sem stress. para fazer bombons, são precisos 31º constantes.

Monday, August 24, 2009

para ler

Quer pasticciaccio brutto de via Merulana. Carlo Emilio Gadda na tradução de inglesa de William Weaver.

achas

Sunday, August 23, 2009

facebook



"Do not show geometrical forms such as, squares, rectangles (doors, windows) triangles, (pine trees) ovals, or circles. (Trees, clouds) Even when these appear in nature. For example, if you include a window, break up the form with an overlapping tree branch or a flowerpot."

dos contos orientais

"O paquete flutuava molemente nas águas lisas, como uma medusa abandonada."
M. Yourcenar


um pouco como eu a lembrava das Crónicas de Adriano, que li atrás de alguém para quem era o maior livro do mundo e de que gostei mas que não julguei ser o melhor livro do mundo. talvez se adeque melhor a homens de alguma idade. lembra-me Agustina e, na confusão dos géneros, não sei se isto dirá alguma coisa de Agustina. ainda a releio só para matar a curiosidade. confusão do feminino-masculino posta de parte, muitas páginas são tratados de escrita. uma grande dama, nascida belga e sem mãe.

"De um amontoado de restos de peixe respigado por gaivotas quase insuportavelmente brancas subia um cheiro acre."

do mesmo livro onde embirrei com a palavra donde, talvez fetiche do tradutor Gaëtan Martins de Oliveira.

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ainda a crescer: entrevista a Marguerite Yourcenar publicada na Paris Review, primavera de 1998 (em .pdf)


INTERVIEWER
What has been your relationship to the feminist movement of the last few decades?

YOURCENAR
It does not interest me. I have a horror of such movements, because I think that an intelligent woman is worth an intelligent man—if you can find any—and that a stupid woman is every bit as boring as her male counterpart. Human wickedness is almost equally distributed between the two sexes.

- -

fosse só por esta resposta e---  tal como as afirmações zenófobas de Sartre, tudo se revela.

todo o verão


Thomas Struth, Avenidas Tiradentes (São Paolo)
2001

temperatura amena

depois dos escaldantes acima dos quarenta da cidade-festa e da sua ilha mágica, de volta ao termómetro simpático do Algarve. para parar, pôr a leitura em dia, fazer castelos, dar mergulhos, largar o facebook e para outras pausas que o ano impõe. em banho-maria.

macarena

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catholics put on a good show. e para umas excelentes fotografias de tudo isto.

em Bruxelas entrei em duas igrejas e não as achei muito, o defeito do catolicismo cultural em contacto com os restos do calvinismo. o mesmo em Genebra.

Saturday, August 22, 2009

infinitamente

triste

calle, Carmen, hostel


outro lugar com história, se eu lhe fizesse a geografia. como Paris. não faço, mas é ela que vem ter comigo, por vezes, quando olho para uma porta aberta ou quando me fazem lembrar o que já tinha esquecido. para me recordar, também, que talvez não fosse bom estar em dois sítios ao mesmo tempo. cansativo e disperso. as férias podem chegar para pôr o passado no sítio.

não me lembrava que gostava tanto de Sevilha e que, cada vez que cá vim, ficou tanto por fazer. visitas sempre parceladas a darem vontade de vir a sós com a cidade. amarelo, ocre e verde. mais santos só em Valletta, e arcanjos. aqui misturam-se as ordens e os frades, as freiras, as senhoras e o sangre de cristo, se fosse em Sevilla tinha morrido na arena. as cidades são hoje um pouco a caricatura de si próprias para propósitos de mercado e para agradar aos turistas. o autêntico, desconfio, está nos bairros do arrabalde onde vivem os assalariados. e aí as diferenças culturais diluem-se, as marcas deixam bandeiras na áfrica do consumo. o marketing e o corte das esperanças pelo horizonte encapsulado da publicidade. quarenta e dois graus à tarde, trinta e sete às onze da noite.

Thursday, August 20, 2009

rapazes

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massagem

praiando

Wednesday, August 19, 2009

gostei de ver

através da View, Stephan Vanfleteren.

mensagem

do célio. mensagem da ana. notícias da sara. fotos das bóias. vamo-nos cingir às listas.

com pouca vontade de falar







tomar

nota. ainda bem que não faço SCONES.

Tuesday, August 18, 2009

a vida rosa

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alguma coisa a dizer? muito pouca por enquanto.

e lá vamos

praiar até ao fim do mês.

Monday, August 17, 2009

uma abelha na chuva


ou uma girafa no subúrbio. dia 17 chegou pois foi e eu que passei lá perto não entrei para trazer o novo catálogo, foi esquecimento. recapitular frente a uma tall latte hazelnut, depois de ter visto o muito esperado UP. gostei mas não chegou ao que esperava, uma consequência da publicidade pré-evento. na faixa infantil o acolhimento foi ainda mais fraco. o que não quer dizer que não seja um bom filme. estamos em fase de oco da vida normal, sou daqui, fila para o frango assado, parque, portagem, louça. uma rotina-ilusão de passagem.

ainda falta esta parte. quatro estrelas para o Bistro den Huzaar

foi por acaso. Bruges equivale a turismo, todas as esplanadas parecem boas e todos os restaurantes estão cheios. as ementas em ardósia à porta são quase indistintas. o que me surpreendeu foi o facto de tanta decoração à la ancienne servir tanta comida rápida, é a grande maior parte. mesmo na grande praça, é quase tudo hamburger e batata frita. saladas e baguettes. servidas em restaurante de lustre e capitel. há algo muito perverso nisto.


em Bruges, como habitual, aborreço a companhia por dar dez voltas aos quarteirões à procura de sítio para comer. este não - este não. por acaso e por instinto, decidi pelo Bistro den Huzaar e foi em cheio. um local quatro estrelas, conhecido e com prémios que só vi na parede depois de ter comido o Bouillabaise e provado o Coq au Vin. acompanhando Hoegaarden Rosée. a mousse de chocolate com molho de laranja amarga subiu rapidamente ao número um das mousses. foi o meu substituto para a mais bela catedral gótica, que era cara e tinha bicha à porta.






Sunday, August 16, 2009

os castelos de areia podem ser feitos de outro modo

podia ser um arquitecto mas não é porque não quer. podia ser constructor de castelos de areia mas a sua cidade é demasiado cinzenta e talvez nunca tenha visitado Pêra. se as imagens não têm palavras. acho que podem ter sempre, muitas vezes palavras tão construídas como as construções de Filip Dujardin, belga de Ghent. enfrentando o campo com corvos, não me apetece dizer nada. face as estas construções podia pescar muitas parábolas literárias, fantasias e simbologias como a referência às quimeras de Borges. o castelo de areia é mais infantil mas o peso é o mesmo ("I'm a sand castle purist.") as construções de toda a ficção científica. e outras para ir pensando nisso.

"But with this new series of images, Dujardin wasn't trying to subvert or parody his day job. In fact, he was so excited by the boundless inventiveness of contemporary architecture that he wanted to have a go himself – strictly in a virtual context, though. "That way, you have complete freedom, and there are no consequences for the real world – or for any real people living in the buildings!" says the 37-year-old. "It feels like I'm going back to my childhood, when I used to play with cardboard boxes. The only difference is that the buildings I create now are balancing on the thin line between reality and irreality: they're too abstract to be real, and on other hand they're too recognisable to be fictitious. That's what I try to achieve with every image."

Although Dujardin's work would be impossible without computer software, his methods are suprisingly tactile. "I start off by making a model of the building, often with my kids' Lego blocks. Then I photograph that maquette and use the resulting image as a kind of canvas." Pasted on to this canvas are hundreds of snippets from the photo archive on Dujardin's hard disk, which is divided into folders full of brick walls, glass doors, iron sheeting and so on. It's an incredibly time-consuming process. "You have to control every pixel of the structure. Even one mistake will spoil the effect." (from here)


o artigo todo, daqui.
gostei do Lego, gostei mesmo. também do SketchUp do google, que nunca tinha visto.






e a que preferi, talvez porque me faça lembrar a casa sem janelas do filme da autoestrada.

chegada

e já lá vai uma das partes, e a outra, agora este entre-actos vago e a outra das partes antes que chegue a chuva e as cores que prefiro. entre tantos papelões que saíram houve tanta outra coisa. continuamente a julgar que a imagem fica mais precisa mas a precisão fica sempre à frente e ontem era tão impreciso como o mesmo mês do outro ano de outro e dos ecos de todos. go with the flow.

gostei de ver

Neni Glock na fnac.

Saturday, August 15, 2009

esperas


todos esperando alguma coisa, desta vez a espera é maior. uma que acaba outra que começa.

Friday, August 14, 2009

tanto amor tanta amizade

é o que dá, buraco.

Thursday, August 13, 2009

balanço

tendo ainda a culinária para registar, ficou o dia de hoje que ainda deu para um salto ao museu do chocolate onde finalmente vi o ciclo todo desde a apanha do fruto. não é simples, tantos são os processos pelo meio. mais respeito pelos chocolates Corallo que pretendo visitar de uma vezada com o mercado biológico e a Poesia Incompleta, tudo na mesma redondeza lisboeta. última volta e visita ao gafanhoto.











gostei, talvez volte. o que preferi foi o modo de ser, a mistura chapéu de coco e capitão haddock, o sentido de estética. como exemplo, a livraria Passa Porta. a palavra "chocolateer". a linha clara, "A la recherche du "Style Atome". o facto de o centro da BD não ser uma disneylândia. o sentido de humor sarcástico e unusual. a idade do ferro do meio do século, a convivência com o design. o campo. o mar que fica para a próxima.

finalmente para obras e balanço

 
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